Saim
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17 years ago @ Continue » - [Resenha+Promoção] L... · 1 reply · +2 points
Worms 2 era um jogo fenomenal. Esse joguinho bidimensional conseguia reunir graça, humor e sede de sangue num só pacote.
O objetivo simples – derrotar os times inimigos e a dinâmica de jogo que te permitia tanto explodir vários inimigos num só tiro quanto ver sua munição ir brochante e literalmente por água abaixo faziam com que cada turno de tiroteio gerasse tensão nos participantes dos dois lados do gatilho.
Embora fosse possível jogar contra o computador, era jogando online ou mesmo contra um amigo ao lado, revezando o mouse e teclado, que o jogo brilhava mais intensamente. Simplesmente vencer ou perder não era o suficiente, era preciso tripudiar, ameaçar, jurar vingança e a dublagem das simpáticas minhoquinhas (em idioma selecionável) ajudava. Ao levar um tiro, a promessa de que “você não me escapa” vinha logo em seguida. Ao eliminar um adversário, podia-se ouvir a pergunta: “viu só?”. Ao realizar uma proeza fantástica como eliminar quatro adversários de uma só vez ou acertar um tiro muito difícil, o replay vinha automaticamente, pra não deixar dúvidas do que acabara de acontecer.
E tinha os pacotes de armamentos que caíam do céu, que tanto podiam ser uma armadilha de napalm quanto uma arma divina, como uma granada santa ou um super carneiro explosivo. Algumas armas eram tão raras de aparecer que fazíamos questão de gastar, ainda que isso significasse suicídio, só para ver o que acontecia. No meu caso, o asno duro, uma estátua de um jegue, imensa, que caía explodindo o cenário e o que mais estivesse pelo caminho foi um exemplo. Suicidei-me e derrotei o inimigo aprendendo a usar a arma que nunca mais apareceu.
Aliás, aprender a usar as armas era algo realmente desafiador. Decorar quais eram afetadas pelo vento e quais apenas requeriam mira levava algum tempo. Depois de muito tempo de jogo descobri que a corda ninja podia ser usada para escalar. Mais tempo ainda e descubro que ela também poderia ser usada como um cipó. Talvez até hoje eu não saiba realmente usar o soco e a bola de fogo, considerados como piadas para gamers, golpes baseados no street fighter, mas que, eventualmente, poderiam jogar um inimigo totalmente saudável para morrer afogado.
Depois vieram novos títulos, uns com novas armas, outros em 3D, mas nenhum conseguiu cativar tanto quanto da segunda vez em que as minhocas guerrilheiras vieram à tona. Aliás, alguém chegou a conhecer o primeiro jogo da série?
O objetivo simples – derrotar os times inimigos e a dinâmica de jogo que te permitia tanto explodir vários inimigos num só tiro quanto ver sua munição ir brochante e literalmente por água abaixo faziam com que cada turno de tiroteio gerasse tensão nos participantes dos dois lados do gatilho.
Embora fosse possível jogar contra o computador, era jogando online ou mesmo contra um amigo ao lado, revezando o mouse e teclado, que o jogo brilhava mais intensamente. Simplesmente vencer ou perder não era o suficiente, era preciso tripudiar, ameaçar, jurar vingança e a dublagem das simpáticas minhoquinhas (em idioma selecionável) ajudava. Ao levar um tiro, a promessa de que “você não me escapa” vinha logo em seguida. Ao eliminar um adversário, podia-se ouvir a pergunta: “viu só?”. Ao realizar uma proeza fantástica como eliminar quatro adversários de uma só vez ou acertar um tiro muito difícil, o replay vinha automaticamente, pra não deixar dúvidas do que acabara de acontecer.
E tinha os pacotes de armamentos que caíam do céu, que tanto podiam ser uma armadilha de napalm quanto uma arma divina, como uma granada santa ou um super carneiro explosivo. Algumas armas eram tão raras de aparecer que fazíamos questão de gastar, ainda que isso significasse suicídio, só para ver o que acontecia. No meu caso, o asno duro, uma estátua de um jegue, imensa, que caía explodindo o cenário e o que mais estivesse pelo caminho foi um exemplo. Suicidei-me e derrotei o inimigo aprendendo a usar a arma que nunca mais apareceu.
Aliás, aprender a usar as armas era algo realmente desafiador. Decorar quais eram afetadas pelo vento e quais apenas requeriam mira levava algum tempo. Depois de muito tempo de jogo descobri que a corda ninja podia ser usada para escalar. Mais tempo ainda e descubro que ela também poderia ser usada como um cipó. Talvez até hoje eu não saiba realmente usar o soco e a bola de fogo, considerados como piadas para gamers, golpes baseados no street fighter, mas que, eventualmente, poderiam jogar um inimigo totalmente saudável para morrer afogado.
Depois vieram novos títulos, uns com novas armas, outros em 3D, mas nenhum conseguiu cativar tanto quanto da segunda vez em que as minhocas guerrilheiras vieram à tona. Aliás, alguém chegou a conhecer o primeiro jogo da série?