Luísa L.
42p
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13 years ago @ Oriental Fotos Flores - Despedida · 1 reply · +2 points
Eu também irei no inicio do mês de Julho, pois a garotada nessa altura já está toda de férias. Diverte-te muito com o teu filhote!
Beijos.
13 years ago @ Fenix - Vidas que Rena... - Heróis Verdadeiros · 0 replies · +1 points
Num processo como o que descreves, penso que o mais difícil é conseguir, com racionalidade, distinguir o que temos poder de dominar e aquilo que está fora do nosso alcance. A morte, neste caso. Penso que o tempo de luto é necessário para essa consciencialização, embora, por vezes, não seja fácil aceitar a morte como algo tão natural como a vida ou o nascimento. E, muitas vezes, neste processo de dor, somos apanhados numa rede que nos arrasa com qualquer réstia de vontade e força. É muito complicado, mesmo!
Excelente o teu artigo. Parabéns!
Grande beijinho e tudo a correr bem contigo e com os teus.
13 years ago @ Dando Pitacos - Eclipse cria anel de f... · 1 reply · 0 points
Abraços.
13 years ago @ Fenix - Vidas que Rena... - Mares de Março&... · 0 replies · +1 points
Ficar imersa enquanto for preciso ou enquanto houver fôlego, voltar quanto calhar, ou quando o fôlego acabar.
Beijos Jackie!
13 years ago @ Dando Pitacos - Moradores de rua · 1 reply · +1 points
Grande abraço, Carlos!
13 years ago @ http://paragarotasqueq... - Voltando a produzir p&... · 0 replies · +1 points
No meu entendimento, as diversas filosofias de vida apenas nos permitem ver o mundo numa determinada perspectiva (a nossa de acordo com o que acreditamos). Os seres humanos são os mesmos, com as mesmas angústias, alegrias, desalentos, amores e desamores, injustiças e crueldades. É por isso que é importante a nossa evolução (enquanto indivíduos mais sábios e solidários), só assim poderemos, também, aspirar a uma sociedade mais justa e humana.
Beijos!
13 years ago @ http://paragarotasqueq... - Voltando a produzir p&... · 1 reply · +1 points
No meu entendimento, as diversas filosofias de vida apenas nos permitem ver o mundo numa determinada perspectiva (a nossa de acordo com o que acreditamos). Os seres humanos são os mesmos, com as mesmas angústias, alegrias, desalentos, amores e desamores, injustiças e crueldades. É por isso que é importante a nossa evolução (enquanto indivíduos mais sábios e solidários), só assim poderemos, também, aspirar a uma sociedade mais justa e humana.
Beijos!
13 years ago @ http://paragarotasqueq... - Voltando a produzir p&... · 4 replies · +1 points
Essas serão sempre as questões. Bem... na verdade espero que não sejam sempre, acredito que antes do nosso cantinho Azul desaparecer (porque o Sol o vai devorar...), os nossos descendentes já saibam responder a questões, que agora nos parecem sem solução... sou uma mulher de espírito científico e lógico, daí que, normalmente, "despreze" as análises metafísicas da questão.
O que me parece mais difícil é desvendar-nos a nós mesmos. A cada descoberta sobre o ser humano, colocam-se logo mais 10 questões sem resposta pronta. Penso que os "complicadinhos" somos nós mesmos! Ou seja, acredito que tudo o que possamos apreender e aprender sobre nós mesmos, tudo o que consigamos descobrir enquanto indivíduos, é um passo em frente a uma compreensão mais abrangente e desinteressada.
Beijos!
13 years ago @ Dando Pitacos - \"Gallo\" racista · 1 reply · +1 points
Abraços!
13 years ago @ http://paragarotasqueq... - Quem ama trai · 1 reply · +1 points
Parabéns pelo "Para garotas que querem casar", que é um espaço muito agradável e de excelentes leituras.
Penso que é própria da natureza humana, a traição. O texto do Jabor faz todo o sentido se o enquadrarmos na nossa cultura ocidental, de fortes alicerces judaico-cristãos. As mulheres estão demasiado amarradas à submissão, pelo homem, que, apesar da sua crescente libertação económica (através da valorização profissional, por exemplo), continuam a gerir-se pelos mesmos conceitos e preconceitos de há séculos. Isto para além da nossa própria anatomia (damos à luz), o que, naturalmente, remete o sexo para segundo plano. É natural a nossa paixão e completa dedicação aos filhos nos seus primeiros meses de vida, e isso, embora não nos pareça, mata um pouco a disponibilidade e fantasias sexuais, que os machos tanto gostam. E assim se vão, lentamente, criando ruturas, apenas suportadas pela estrutura social que é a família.
Os homens que, instintivamente, apenas têm que proteger e alimentar a família, sentem-se mais livres (psicologicamente) para "saltar a cerca", sem que isso interfira no seu amor à mulher e aos filhos. Nós, mulheres, sentimo-nos traídas, não apenas pelo acto em si, mas por toda a carga cultural que carregamos. Os homens mentem, não porque traíram, mas para manter a paz e harmonia junto dos que amam. Depois também há, em menor escala, aquelas pessoas que mantêm relacionamentos duradouros e de amor com duas ou mais mulheres, isto para nós ainda é mais incompreensível... rs
Muito interessante esta matéria, que dá pano para análise em muitíssimos planos!
Beijos.