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		<title>gdp's Comments</title>
		<language>en-us</language>
		<link>https://www.intensedebate.com/users/718253</link>
		<description>Comments by edgarddavidson</description>
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<title>Edgard Davidson : Localização e Decodificação de Código de Barras em Imagens Digitais</title>
<link>http://edgarddavidson.com/localizacao-e-decodificacao-de-codigo-de-barras-em-imagens-digitais/#IDComment318716991</link>
<description>S&amp;oacute; devem existir barras finas e barras grosas. Me parece que esse c&amp;oacute;digo de barras foi mal plotado.  </description>
<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 04:00:18 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Pós Graduação em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis</title>
<link>http://edgarddavidson.com/?page_id=415#IDComment318716492</link>
<description>Existe quatro entradas por ano.  Uma em mar&amp;ccedil;o, outra em maio, a terceira em agosto e a &amp;uacute;ltima em outubro.  </description>
<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 03:59:05 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Pós Graduação em Teste e Qualidade de Software</title>
<link>http://edgarddavidson.com/?page_id=1505#IDComment318716128</link>
<description>Ol&amp;aacute; Bruno    N&amp;atilde;o temos planos para oferecer o curso em modalidade EAD. Acreditamos que as din&amp;acirc;micas realizadas neste curso devem ser essencialmente presenciais     </description>
<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 03:58:14 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Utilização de Polimorfismo</title>
<link>http://edgarddavidson.com/?p=97#IDComment216366149</link>
<description>Se voc&amp;ecirc; chamar a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;quot;fazQualquerCoisa&amp;quot; passando um funcionario como par&amp;acirc;metro, a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; mais polivalente e neste caso s&amp;oacute; aceitar&amp;aacute; receber objeto do tipo funcionario. </description>
<pubDate>Thu, 3 Nov 2011 16:48:55 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Tipos de Relacionamento entre Objetos</title>
<link>http://edgarddavidson.com/tipos-de-relacionamento-entre-objetos/#IDComment216364306</link>
<description>Obrigado.    Recomendo leitura dos livros do Martin Fowler, Robert Martin e Bertram Mayer e bertrand meyer.   Aqui no blog brevemente irei postar um videos sobre esse assunto.     </description>
<pubDate>Thu, 3 Nov 2011 16:43:46 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : CRUD com Flex e Java</title>
<link>http://edgarddavidson.com/crud-com-flex-e-java/#IDComment216363435</link>
<description>Ol&amp;aacute; Farnetani    O Flex &amp;eacute; bastante flex&amp;iacute;vel quanto a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de backend. Se voc&amp;ecirc; implementar no backend um webservice, &amp;quot;teoricamente&amp;quot;, voc&amp;ecirc; poder&amp;aacute; fazer um frontend em flex para acess&amp;aacute;-lo.  Em java  e .net eu tenho certeza que funcionar&amp;aacute;. Contudo em Delphi j&amp;aacute; tive problemas nesse tipo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas isso j&amp;aacute; tem algum tempo e penso que j&amp;aacute; devem ter corrido. Entretanto, com certeza o acesso via webservices ficar&amp;aacute; mais lento, mas isso tamb&amp;eacute;m depender&amp;aacute; do seu caso, da quantidade de dados para transmitir e dos seus condutores arquiteturais.     </description>
<pubDate>Thu, 3 Nov 2011 16:41:14 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Gestão 3.0 - Para Líderes Ágeis - Parte 1</title>
<link>http://edgarddavidson.com/gestao-3-0-para-lideres-ageis-parte-1/#IDComment200009147</link>
<description>Ol&amp;aacute; Rodrigo. Obrigado por mais um coment&amp;aacute;rio aqui no blog.  Realmente, esses temas s&amp;atilde;o bastante delicados, mas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o vis&amp;otilde;es minhas, &amp;eacute; a vis&amp;atilde;o do autor do livro Management 3.0. Inclusive no livro tamb&amp;eacute;m tem esse exemplo do hidrog&amp;ecirc;nio e oxig&amp;ecirc;nio.   Esses assuntos s&amp;atilde;o densos e geram muitas discuss&amp;otilde;es filos&amp;oacute;ficas.  </description>
<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 20:26:30 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Gestão 3.0 - Para Líderes Ágeis - Parte 1</title>
<link>http://edgarddavidson.com/gestao-3-0-para-lideres-ageis-parte-1/#IDComment198515908</link>
<description>Ol&amp;aacute; Andr&amp;eacute;   Na verdade fiquei sabendo do livro Management 3.0 atrav&amp;eacute;s desse seu post no seu blog. Ele faz parte de um dos referenciais te&amp;oacute;ricos da minha disserta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mestrado. Entre outras coisas estou estudando tamb&amp;eacute;m: learn organization, complexity systems, system thinking, Lean, knowledge management, Storytelling, como base para  propor um modelo &amp;aacute;gil para criar, registar, transmitir e usar conhecimento em equipes que utilizam desenvolvimento de software agil.      A medida que eu  for progredindo, irei compartilhando meus &amp;quot;relat&amp;oacute;rios t&amp;eacute;cnicos&amp;quot;  aqui no blog.     Value! </description>
<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 11:13:51 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Paginação com Datagrid</title>
<link>http://edgarddavidson.com/?p=150#IDComment193373854</link>
<description>Priscila.  O c&amp;oacute;digo fonte est&amp;aacute; no final do post, em  appServidor e appCliente </description>
<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 18:09:04 +0000</pubDate>
<guid>http://edgarddavidson.com/?p=150#IDComment193373854</guid>
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<title>Edgard Davidson : Palestra #DevDay 2011</title>
<link>http://edgarddavidson.com/palestra-devday-2011/#IDComment192377021</link>
<description> Ol&amp;aacute; Acaz  Como sabemos, heran&amp;ccedil;a &amp;eacute; um excelente mecanismo para obter reuso em c&amp;oacute;digo OO. Heran&amp;ccedil;a &amp;eacute; um mecanismo para estender as classes existentes para aprimorar classes j&amp;aacute; existentes. No entanto ela deve ser utilizada com cautela. Em um post anteiro meu, falo sobre as &amp;quot;Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pra uso de heran&amp;ccedil;a&amp;quot;. &lt;a href=&quot;http://edgarddavidson.com/?p=30&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://edgarddavidson.com/?p=30&lt;/a&gt;. Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que devem ser atendidas para justificar o uso de heran&amp;ccedil;a.   Substituir heran&amp;ccedil;a por delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; uma das t&amp;eacute;cnicas de refatora&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentadas no livro de Refactoring do Martin fowler, tamb&amp;eacute;m a citada com boa pr&amp;aacute;tica de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no livro de design patterns Erich Gamma, al&amp;eacute;m de atender aos princ&amp;iacute;pios de projetos Orientados a Objetos. Voc&amp;ecirc; ver&amp;aacute; isso tamb&amp;eacute;m no livro  tamb&amp;eacute;m Head First Design Patterns.  No exemplo que apresentei no #devday, utilizo &amp;quot;substituir heran&amp;ccedil;a por delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot; porque MyStack anula o contrato da classe Vector. Outro motivo &amp;eacute; que MyStack n&amp;atilde;o &amp;eacute; um tipo especial de Vector. Vector possui m&amp;eacute;todos em seu contrato como &amp;quot;removeElementAt&amp;quot; e &amp;quot;insertElementAt&amp;quot; que quando s&amp;atilde;o herdados por MyStack passas a ser acess&amp;iacute;veis para objetos do tipo MyStack. No entanto, apesar que estendido, os m&amp;eacute;todos  &amp;quot;removeElementAt&amp;quot; e &amp;quot;insertElementAt&amp;quot;  n&amp;atilde;o fazem parte do contrato de MyStack, portanto MyStack anulo o contrato da superclasse.   Nesse caso, o melhor a se fazer &amp;eacute; refatorar o c&amp;oacute;digo, para atender a princ&amp;iacute;pios de projeto aplicando  &amp;quot;substituir heran&amp;ccedil;a por delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;  e fazendo com que MyStack encapsule o Vector e n&amp;atilde;o mais utilizando o contrato de maneira indevida.  </description>
<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 23:59:00 +0000</pubDate>
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<title>Coisas d&#039;luisa : É tempo de liquidação!!!</title>
<link>http://coisasdluisa.com/?p=123#IDComment186554563</link>
<description>legal</description>
<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 19:32:50 +0000</pubDate>
<guid>http://coisasdluisa.com/?p=123#IDComment186554563</guid>
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<title>Edgard Davidson : Princípios de Projeto OO - Single Responsibility Principle (SRP)</title>
<link>http://edgarddavidson.com/principios-de-projeto-oo-single-responsibility-principle-srp/#IDComment179462702</link>
<description>ahh intense </description>
<pubDate>Tue, 2 Aug 2011 18:35:45 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Localização e Decodificação de Código de Barras em Imagens Digitais</title>
<link>http://edgarddavidson.com/localizacao-e-decodificacao-de-codigo-de-barras-em-imagens-digitais/#IDComment141989022</link>
<description>Sim, voc&amp;ecirc; pode, desde que use um c&amp;oacute;digo de barras que suporte caracteres. Por exemplo o Code39   </description>
<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 19:52:59 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Localização e Decodificação de Código de Barras em Imagens Digitais</title>
<link>http://edgarddavidson.com/localizacao-e-decodificacao-de-codigo-de-barras-em-imagens-digitais/#IDComment135007927</link>
<description>Ol&amp;aacute; phabio  Envie um email para mim, edgard.davidson@gmail   </description>
<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 05:45:57 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Da Imaturidade à Agilidade</title>
<link>http://edgarddavidson.com/da-imaturidade-a-agilidade/#IDComment127797179</link>
<description>Ol&amp;aacute; Rodrigo O seu ponto de vista sobre o legado da imaturidade dos gestores me fez lembrar o caso dos &amp;quot;macacos da jaula&amp;quot;.  Dizem que uma vez um cientista colocou dez macacos em uma jaula. Em seguida ele dependurou uma corda no meio da jaula que ia do teto at&amp;eacute; o ch&amp;atilde;o, ent&amp;atilde;o, o cientista colocou uma banana no alto dessa jaula.Os macacos que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o bobos disputaram, quase que a tapas, quem iria conseguir subir na corda e pegar a banana. De repente o mais esperto conseguiu subir e ficou l&amp;aacute; em cima comendo a banana sozinho. Como puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o cientista lan&amp;ccedil;ou um jato d&amp;#039;agua nos outros nove macacos que ficaram em baixo.  No outro dia, novamente o cientista colocou a uma nova banana no alto da jaula, e mais uma vez o macaco mais esperto conseguiu subir e comeu a banana sozinho l&amp;aacute; em cima. Mais uma vez, como puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o cientista lan&amp;ccedil;ou o jato de &amp;aacute;gua gelada nos outros nove macacos.  E essa rotina continuou nos outros dias, at&amp;eacute; que um dia quando o macaco mais esperto foi tentar subir novamente na corda, os outro macacos o seguraram e o cobriram de porrada. Naquela ocasi&amp;atilde;o, os macacos perceberam que sempre que um deles subia na corda para comer a banana, os outros nove levavam &amp;aacute;gua fria. E quando nenhum deles subia na corda, a banana apodrecia l&amp;aacute; em cima, mas tamb&amp;eacute;m nenhum deles levava &amp;aacute;gua gelada. E por muito tempo essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se manteve est&amp;aacute;vel e os macacos aprenderam, a duras penas, que eles n&amp;atilde;o podiam subir na corda para pegar a banana sob pena de levar um jato de &amp;aacute;gua gelada. Essa regra ent&amp;atilde;o foi definida, e todos os macacos a entendiam e sabiam as consequ&amp;ecirc;ncias do n&amp;atilde;o cumprimento dela.  Um belo dia, o cientista retirou um dos macacos da jaula e colocou um macaco novo. O novo macaco, sem saber de nada, viu a banana, viu a corda, olhou pra um lado, olhou pro outro e nenhum dos outros se manifestaram, ent&amp;atilde;o o novo macaco inocentemente tentou subir na corda quando foi surpreendido pelos outro macacos que lhe encheram de porrada. O novo macaca apanhou sem nem saber o porqu&amp;ecirc;.   No pr&amp;oacute;ximo dia, o cientista retirou mais um macaco da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dez iniciais e colocou um outro novo, e novamente dependurou uma banana no alto da jaula. Esse &amp;uacute;ltimo macaco, tamb&amp;eacute;m inocentemente tentou subir na corda para pegar a banana. Isso era contra a regra estabelecida naquela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de macacos e, surpreendentemente, o macaco que mais deu porrada foi justamente o que entrou no dia anterior, e que apanhou e bateu sem saber o porqu&amp;ecirc;.   Nos dias decorrentes, o cientista foi substituindo cada um dos macacos que estavam na popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dez iniciais por macacos novos e por todas as vezes a regra de n&amp;atilde;o subir na corda pra pegar a banana perdurava. At&amp;eacute; que um dia todos os dez macacos inicias j&amp;aacute; tinham sido substitu&amp;iacute;dos por novos macacos.   O curioso &amp;eacute; que mesmo com a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de macacos totalmente renovada aquela antiga regra se manteve. Ou seja, os macacos seguiam um &amp;quot;processo&amp;quot; sem nem saber para o que serve t&amp;atilde;o pouco porque foi criado.   Agora voltando &amp;agrave; imaturidade dos gestores, ser&amp;aacute; que eles n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o esses macacos na nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o?! </description>
<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 00:10:00 +0000</pubDate>
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<title>Edgard Davidson : Qualidade em Processo de Desenvolvimento de Software</title>
<link>http://edgarddavidson.com/qualidade-em-processo-de-desenvolvimento-de-software/#IDComment126131116</link>
<description>Ol&amp;aacute; Rodrigo. Obrigado pelo seu coment&amp;aacute;rio. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do post &amp;eacute; essa mesma; gerar opini&amp;otilde;es e discuss&amp;otilde;es em torno deste tema. :) Apesar de mal escrito... rsrsr  O interessante &amp;eacute; que no post n&amp;atilde;o usei nenhum &amp;quot;grau superlativo&amp;quot;...   Te confesso que quando citei &amp;quot;escola tradicional&amp;quot; estava me referindo a engenharia de software de maneira mais ampla, n&amp;atilde;o focando no corpo de conhecimento em gerencia de projeto proposto pelo PMI.  Concordo contigo sobre a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o penso que &amp;eacute; dispens&amp;aacute;vel. Desde que ela apoie a conformidade com o produto e n&amp;atilde;o a conformidade com o processo. Isso j&amp;aacute; foi tema de um outro post aqui no meu blog.   Quando eu compro um carro, eu como consumidor estou preocupado com a qualidade do produto (carro). Se as minhas expectativas forem supridas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a este produto, para mim consumidor esse &amp;eacute; um produto de qualidade. No entanto, vejo que em engenharia de software se discute muito o meio (o processo) e n&amp;atilde;o muito o fim (o produto de software). Assim como exemplo do carro, o usu&amp;aacute;rio final n&amp;atilde;o est&amp;aacute; interessado em saber como ele foi constru&amp;iacute;do, se foi em uma linha de montagem autom&amp;aacute;tica, com rob&amp;ocirc;s com bra&amp;ccedil;os pneum&amp;aacute;ticos, etc etc.   Para mim, a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;oacute; tem dois prop&amp;oacute;sitos; 1&amp;deg; fazer com que a equipe entenda o que precisa ser feito; 2&amp;deg; facilitar o comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os envolvidos no projeto, incluindo o cliente.  Esses prop&amp;oacute;sitos s&amp;atilde;o suficientes para manter a conformidade com o produto. Quando esse tipo de documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; omitida no processo, ent&amp;atilde;o devo concordar com voc&amp;ecirc;. A burocracia da engenharia de software &amp;quot;tradicional&amp;quot; &amp;eacute; em insistir tanto em controle operacional, sobrecarregando a equipe, as vezes at&amp;eacute; com micro-gerenciamento, em prol da conformidade com o processo.  A equipe de Quality Assurance nas auditorias de garantia de qualidade com o processo promovem esta rigidez. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; nenhum problema desenvolver software seguindo a risca modelos de maturidade como CMMI e MPS-BR, mas lembre-se do pre&amp;ccedil;o que ir&amp;aacute; pagar para manter a coer&amp;ecirc;ncia entre todos os artefatos gerados durante as itera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de requisitos. Se &amp;eacute; pra fazer assim, ent&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;a direito. E tenha equipe (bra&amp;ccedil;o, labor) para manter.  O que tenho visto &amp;eacute; que manter a referida coer&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; custosa, trabalhosa e financeiramente cara. E n&amp;atilde;o h&amp;aacute; nenhuma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre manter esse tipo de conformidade com a qualidade do produto final. &amp;quot;...Um bom processo de software &amp;eacute; um bom indicador que o produto de software ser&amp;aacute; de qualidade, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; garantia d&amp;ecirc;.&amp;quot; Em outras palavras, isso n&amp;atilde;o agrega valor para o usu&amp;aacute;rio, ele n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; isso, o que ele v&amp;ecirc; &amp;eacute; software.  N&amp;atilde;o sou xiita por m&amp;eacute;todos &amp;aacute;geis, t&amp;atilde;o pouco pelos tradicionais. Minha vis&amp;atilde;o &amp;eacute; em encontrar o que preciso extrair de cada abordagem para extrair o melhor de cada uma, e, sobretudo que satisfa&amp;ccedil;a as expectativas de quem est&amp;aacute; comprando e de quem ir&amp;aacute; utilizar o produto de software.  No mais muito obrigado, seus coment&amp;aacute;rios sempre enriquecem essas discuss&amp;otilde;es!   </description>
<pubDate>Sat, 5 Feb 2011 13:49:05 +0000</pubDate>
<guid>http://edgarddavidson.com/qualidade-em-processo-de-desenvolvimento-de-software/#IDComment126131116</guid>
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<title>Edgard Davidson : CRUD com Flex e Java</title>
<link>http://edgarddavidson.com/crud-com-flex-e-java/#IDComment107476362</link>
<description>Para usar MySQL &amp;eacute; da mesma forma. Crie o seu banco normalmente e na op&amp;ccedil;&amp;atilde;o conex&amp;atilde;o com banco de dados voc&amp;ecirc; ir&amp;aacute; escolher banco de dados do  mysql </description>
<pubDate>Wed, 3 Nov 2010 00:23:54 +0000</pubDate>
<guid>http://edgarddavidson.com/crud-com-flex-e-java/#IDComment107476362</guid>
</item><item>
<title>Edgard Davidson : Coding Dojo na Criação do Conhecimento</title>
<link>http://edgarddavidson.com/coding-dojo-na-criacao-do-conhecimento/#IDComment100796437</link>
<description>Ol&amp;aacute; @Rodrigo  Primeiramente obrigado pela pertin&amp;ecirc;ncia de seu coment&amp;aacute;rio.  Concordo contigo quando diz que o terreno de Gest&amp;atilde;o de conhecimento &amp;eacute; altamente inst&amp;aacute;vel. Estou pesquisando sobre integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento em equipes &amp;aacute;geis de desenvolvimento de software. Estou procurando entender como isso pode ser feito, como isso pode ser &amp;quot;explicitado&amp;quot;. Sei que a caminhada &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil com infind&amp;aacute;veis controv&amp;eacute;rsias pontos de vista de contradi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A socializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como voc&amp;ecirc; mesmo citou &amp;eacute; um grande trunfo de metodologias &amp;aacute;geis. Intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es face-a-face sobre um dom&amp;iacute;nio de saber s&amp;atilde;o muito mais efetivas do que externaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento em um canal de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com por exemplo um documento, que, diga-se de passagem, como voc&amp;ecirc; bem citou n&amp;atilde;o &amp;eacute; conhecimento e sim informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.   A caminhada &amp;eacute; longa, infind&amp;aacute;vel e outros pontos de vista s&amp;atilde;o sempre bem vindos!  Obrigado pela contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o  </description>
<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 01:44:16 +0000</pubDate>
<guid>http://edgarddavidson.com/coding-dojo-na-criacao-do-conhecimento/#IDComment100796437</guid>
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<title>Edgard Davidson : Esse semestre não dei prova Final - Dei DOJO</title>
<link>http://edgarddavidson.com/esse-semestre-nao-dei-prova-final-dei-dojo/#IDComment100794667</link>
<description>@Prof.Roberto O Dojo &amp;eacute; um conceito que veio das artes marciais. Naquele contexto os treinamentos realizados, repeti&amp;ccedil;&amp;otilde;es de golpes, aperfei&amp;ccedil;oamento de t&amp;eacute;cnicas da arte marcial, tudo isso se resume em preparar o lutador para o combate. No arte marcial, o objetivo de treinar &amp;eacute; aperfei&amp;ccedil;oar a arte, sem prop&amp;oacute;sito de competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ilus&amp;otilde;es a egos pessoais. Esse conceito foi introduzido na &amp;aacute;rea de desenvolvimento de software com o pressuposto que o programador n&amp;atilde;o treina, ela vai direto para o combate. E isso, eventualmente gera uma s&amp;eacute;ria de problemas no desenvolvimento de software devido ao d&amp;eacute;bito t&amp;eacute;cnico da equipe. Um lutador com d&amp;eacute;bito nas t&amp;eacute;cnicas de sua arte marcial certamente perder&amp;aacute; a luta. Partindo deste princ&amp;iacute;pio e assumindo que os programadores n&amp;atilde;o treinam surgiu ent&amp;atilde;o o conceito de &amp;quot;coding dojo&amp;quot;. Onde o prop&amp;oacute;sito &amp;eacute; fazer com que o programador possa treinar em ambiente fora da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos reais. Esse coding dojo utiliza valores, princ&amp;iacute;pios pr&amp;aacute;ticas de XP (eXtreme Programming) como: programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em par, TDD, refatora&amp;ccedil;&amp;atilde;o etc.    No contexto de um curso de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, parto do pressuposto de que o administrador, como o programador, tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o treina, ele vai direto ao &amp;quot;combate&amp;quot;. Se essa afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; verdadeira, ent&amp;atilde;o j&amp;aacute; existe uma excelente justificativa para a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um, sei l&amp;aacute; :) &amp;quot;management dojo&amp;quot;. Uma forma extremamente simples, r&amp;aacute;pida e efetiva onde os envolvidos pudessem trocar experi&amp;ecirc;ncias por meio de pequenas simula&amp;ccedil;&amp;otilde;es com um enfoque altamente pr&amp;aacute;tico e que pudesse ser aplicado na pr&amp;aacute;tica (combates) no mundo real.   </description>
<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 01:25:10 +0000</pubDate>
<guid>http://edgarddavidson.com/esse-semestre-nao-dei-prova-final-dei-dojo/#IDComment100794667</guid>
</item><item>
<title>Edgard Davidson : Formei, mas não sei NADA!!!</title>
<link>http://edgarddavidson.com/formei-mas-nao-sei-nada/#IDComment100282664</link>
<description>Ol&amp;aacute; @eduardo. Prefiro responder por aqui mesmo.  Penso que se voc&amp;ecirc; gosta da &amp;aacute;rea de An&amp;aacute;lise ent&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; deve concluir o curso. Sei que existem um monte de mat&amp;eacute;ria chatas que voc&amp;ecirc; tem que enfrentar. Isso pode ser por v&amp;aacute;rios fatores, desde um desinteresse natural seu quanto ao assunto at&amp;eacute; por um professor que n&amp;atilde;o tem muito a manh&amp;atilde;.  Na real, o curso de gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; suficiente. No curso voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; nem 10% das coisas que voc&amp;ecirc; precisa saber para atuar de forma agressiva no mercado. E isso independe de curso e de institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensino. Alguns conseguem sucesso at&amp;eacute; mesmo sem o curso superior, n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma regra quanto menos uma garantia, portanto para alguns n&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rio assim.   A pergunta que voc&amp;ecirc; deve se fazer n&amp;atilde;o &amp;eacute; se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; gostando da mat&amp;eacute;ria x ou y. A pergunta que voc&amp;ecirc; tem que fazer &amp;eacute; se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; mesmo disposto a trabalhar com tecnologia, a ter que aprender linguagens, frameworks, t&amp;eacute;cnicas e mais um monte de coisas constantemente. Trabalhar com TI ou an&amp;aacute;lise e desenvolvimento de software significa estudo constante. E voc&amp;ecirc; tem que gostar disso.   Grande profissionais s&amp;atilde;o aqueles que andam com as pr&amp;oacute;prias pernas, buscam conhecimento por conta pr&amp;oacute;pria, s&amp;atilde;o curiosos, pro-ativos,   estudiosos e conseguem materializar isso tudo em seu trabalho. Mesmo que pra isso teve que ter passado por algumas chatices na faculdade. </description>
<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 01:48:05 +0000</pubDate>
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