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63 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - Índia quer mísseis A... · 2 replies · +4 points

Eis aí a razão de se investir pesado em hardware e software dedicado... Pode se ter o melhor caça do mundo que sempre se estará comprometido se não se domina a integração de componentes e armas para o sistema.

Esperemos que o caça Gripen venha a sanar essa questão para a FAB, e que ela possa ao menos poder integrar as munições e sensores que julgar necessários sem ter que recorrer a agentes externos. Caso contrário, de nada valerá todo o trabalho até aqui...

63 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - Austrália emite solic... · 0 replies · +1 points

Ponho fichas no 'Viper'. Por qual razão? Simples: interoperabilidade com a marinha daquele país, cuja classe Camberra pode servir de "trampolim" para esse vetor.

87 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - Rússia receberá 4 ca... · 2 replies · +4 points

Tenho que esse será o "padrão exportação" russo. O Mig-35 teria como foco clientes externos que buscam uma aeronave com um design ainda válido em cenários atuais, mas que não possuem dinheiro para sustentar 'Flanker' ou coisa mais avançada. Nada mais lógico, portanto, que ter uma "vitrine" na própria VKS.

Esse 'Fulcrum' também poderá servir para fazer números aos russos, algo que eles precisam manter... E não dá pra usar 'Flanker' pra tudo...

87 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - VÍDEO E IMAGENS: Equi... · 0 replies · +1 points

Interessante.

Apesar do perfil mais "rechonchudo", manobra muito bem... A asa trapezoidal garante boa maneabilidade a velocidades subsônicas e baixa resistência em velocidades maiores.

94 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - Taiwan analisa compra ... · 0 replies · +3 points

Ivanmc,

Concordo.

O F-16 era um caminho para a FAB a 18 anos atrás, quando do primeiro FX. Isso poderia permitir padronizar a caça ao longo da década passada, tal qual mais ou menos fizeram os chilenos ( eu optaria por adquirir somente aeronaves novas, mesmo que ao final isso resultasse em menor quantidade ).

Mas nesse momento da história, o Gripen NG se mostra o caminho mais lógico... E a partir dele, incorporar o máximo possível de conceitos da geração atual e saltar direto para a próxima geração...

95 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - Rússia conclui testes... · 1 reply · +11 points

Amigos,

O que os russos estão fazendo, tal como os chineses, é o feijão com arroz primeiro, muito embora ambos saibam que precisam correr.

A rigor, o mais complicado é ter o airframe pronto. O restante se desenvolve de acordo com as possibilidades, ao mesmo tempo em que se incorpora o que já se tem para tocar o projeto ( mesmo que isso implique em adotar itens defasados num primeiro momento para fazer o caça voar ). A maior preocupação aqui, é ter uma arquitetura modular, de modo a garantir o potencial de crescimento necessário, para upgrades, e poder incorporar as modificações aos poucos.

Convém assim dividir a produção em lotes distintos, que venham incorporando aos poucos os produtos desenvolvidos. Pode-se assim acelerar a entrada em serviço, incorporando valiosa experiência operacional a aeronave, auxiliando o seu desenvolvimento. Nisso, e muito embora não se possa atestar a funcionalidade plena de suas máquinas, tanto russos quanto chineses estão sendo espertos...

O desenvolvimento do Su-57 em particular, tal como descrito no texto, deixa claro que os russos tem uma preocupação singular em tornar a aeronave parte integrada de um sistema de defesa, mesmo que seja em detrimento de outras funcionalidades. Ora... Se o caça vai voar com o motor do Su-35 ou não, isso é irrelevante diante da capacidade de trocar dados em rede e ser capaz de operar em de forma coordenada com elementos de solo e navais, interessando aí que a performance cinética da plataforma seja apenas boa o bastante.

Esse mesmo tipo de pensamento descrito acima, conduziu o desenvolvimento de caças como o Rafale, Gripen NG, e é crescente em forças aéreas com menos recursos, mas que precisam dotar-se do mínimo de tecnologia necessária para acompanhar as tendências mundiais do combate; e nisso até levar a novas tendências... E de fato, um combate começa na inteligência no espaço de batalha; a vantagem da informação, que pode compensar perda de perfomance em outras áreas.

Em suma, o caça que dominará a nossa geração, será aquele que for apenas bom o bastante nos demais quesitos da guerra aérea, superando a todos no quesito inteligência. Já a próxima geração... Bem... Aí já estaremos falando de amplo uso de inteligência artificial, tipos autônomos, armas de energia dirigida e elevada energia cinética, o que vai quebrar muitos paradigmas...

95 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - GUERRA FRIA: O Dia Seg... · 0 replies · +2 points

Pra quem tem interesse nesses cenários pós apocalípticos de guerra nuclear... Esses dois são sinistros:
https://www.youtube.com/watch?v=qLVpkrMaobw https://www.youtube.com/watch?v=vgT4Y30DkaA

O primeiro eu lembro que vi no Cinema em Casa...! Era criança na época. Me deu calafrios...

95 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - GUERRA FRIA: O Dia Seg... · 0 replies · +1 points

Amigos,

Tem também 'Red Dawn', de 1984. https://www.youtube.com/watch?v=1_I4WgBfETc

95 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - GUERRA FRIA: O Dia Seg... · 1 reply · +8 points

Amigos,

Creio que nem uma coisa e nem outra...

As explosões se dariam na atmosfera, de modo que o material radioativo terminaria pulverizado no ar, tal qual aconteceu em Hiroshima e Nagasaki ( que hoje são cidades habitáveis )... Uma explosão nuclear faz com que o material radioativo seja consumido numa fração de segundo a fim de liberar o máximo possível de energia, e termina liberando isótopos que tem vida consideravelmente curta. Evidente que os efeitos seriam sentidos por décadas ( talvez uns 50 anos ), principalmente nas pessoas, mas a vida continuaria...

Também fica difícil afirmar que haverá algum inverno nuclear... Talvez uma centena de artefatos em cada continente do hemisfério norte seriam detonados em cidades importantes e depois... simplesmente não haveria mais uso prático... Para propiciar o lançamento na atmosfera do material necessário para causar esses efeitos de inverno nuclear, teria que ser uma quantidade monstruosa de artefatos de grande poder, todos detonados num curto espaço de tempo, e creio que em todo o globo; coisa que não se espera que aconteça. E ainda assim, tudo o que se tem são apenas cenários de computador, de modo que os efeitos são apenas projeções...

Agora, também é certo que haveriam efeitos devastadores em toda a cadeia vital do hemisfério norte, posto os danos causados na produção agrícola e infraestrutura, que certamente ocorreria...

Só de curiosidade: até onde se pode saber com alto grau de certeza, a única força na Terra verdadeiramente capaz de provocar um inverno artificial, consiste em Vulcões, que liberam quantidades colossais de gases quando explodem. E para causar um dano a nível planetário que fosse duradouro, teria que ser algo como cinco Krakatoas ( e só pra registro, quando o Krakatoa explodiu, no ano seguinte não teve verão ).

Caso houvesse uma guerra nuclear no hemisfério norte, o hemisfério sul seria pouco afetado por partículas radioativas. Muito provavelmente, a América do Sul seria preservada, haja visto os ventos do norte não se cruzarem com os que sopram por estas bandas.

Pra quem tiver curiosidade, eis as correntes de vento mundiais: https://sites.google.com/site/amaspy5aal/_/rsrc/1...

97 weeks ago @ Cavok Brasil - Avia&cc... - Rússia diz que não t... · 0 replies · +9 points

Evidente que um NAe é necessário a uma marinha que deseja projetar-se para além do entorno de sua pátria, mas...

A marinha russa, nesse momento de sua história, deveria dedicar-se a padronizar ao máximo o mundarel de escoltas que possuí, tal qual as marinhas americana e europeias já estão fazendo...

Novos navios das classes 'Grigorovich' e 'Gorshkov' são excelentes substitutos para seus vasos dentre as 2500 e 7000 ton. full, restando apenas uma classe até 10000 ton. full para preencher a lacuna que será deixada pelos seus vasos maiores.

Navios-doca e navios de apoio logístico são igualmente necessários, e, dadas as projeções para os atuais meios que a marinha russa possui nessa categoria, tem uma urgência até maior em relação as escoltas e ao NAe...