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		<title>gdp's Comments</title>
		<language>en-us</language>
		<link>https://www.intensedebate.com/users/360372</link>
		<description>Comments by PedroCG</description>
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<title>Viver Lisboa : Câmara de Lisboa tem de pagar 119 milhões por terreno na Alta de Lisboa</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=8853#IDComment116502389</link>
<description>Eu concordo com o Ant&amp;oacute;nio Costa. Este processo diz respeito &amp;agrave; pol&amp;iacute;cia... de costumes. </description>
<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 22:17:28 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Seguimos para Bingo!</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=8599#IDComment99388290</link>
<description>Continuo a n&amp;atilde;o perceber como chega a CML aos or&amp;ccedil;amentos publicitados. &amp;Eacute; pelo cheiro, a sentimento ou existe um estudo pr&amp;eacute;vio? Se existe, em que endere&amp;ccedil;o da internet est&amp;aacute;?  Que vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular &amp;eacute; esta em que se vota numa ideia gen&amp;eacute;rica? Chega-nos como cidad&amp;atilde;os s&amp;oacute; parte da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Um milh&amp;atilde;o de euros &amp;eacute; muito ou pouco para a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Parque Oeste ao Metro da Ameixoeira? E se eu disser que fica uma porcaria por esse pre&amp;ccedil;o? Quem me contesta? E se eu disser que &amp;eacute; um desperd&amp;iacute;cio de dinheiros p&amp;uacute;blicos porque se consegue fazer por metade? Com que base me desdizem?  E se, de facto, todos estes processos postos a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o sobre-or&amp;ccedil;amentados, podendo ter muitos mais ter sido eleitos?   E se, pelo contr&amp;aacute;rio, eles est&amp;atilde;o sub-or&amp;ccedil;amentados e, em fase de projecto, se chega &amp;agrave; conclus&amp;atilde;o que nem todos poder&amp;atilde;o seguir em frente? Defraudam-se expectativas e enterra-se mais um bocadinho a credibilidade da edilidade?  Continuo a dizer o que afirmei o ano passado: ainda que n&amp;atilde;o pare&amp;ccedil;a, este processo &amp;eacute; tudo menos transparente. Mudam-se as vontades, mas parecem permanecer os paradigmas... </description>
<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 16:18:38 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Tabuada</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=8335#IDComment86281978</link>
<description>A resposta &amp;agrave;s tuas perguntas &amp;eacute; f&amp;aacute;cil, ainda que n&amp;atilde;o &amp;uacute;nica, Tiago. Se provir de um apoiante da gest&amp;atilde;o Lopes dir&amp;aacute; que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o actual &amp;eacute; culpa da incompet&amp;ecirc;ncia da equipa Costa que n&amp;atilde;o sabe manter as brilhantes obras visionadas por Lopes; se provir de um apoiante da gest&amp;atilde;o Costa, apontar&amp;aacute; o dedo &amp;agrave; megalomania das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es Lopes que esqueceram a necessidade de conten&amp;ccedil;&amp;atilde;o face &amp;agrave; debilidade dos cofres municipais. Um optimista dir&amp;aacute; que todos t&amp;ecirc;m raz&amp;atilde;o - na necessidade de fazer bonito e na necessidade de poupar. Um pessimista dir&amp;aacute; que s&amp;atilde;o todos, sem excep&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um belo conjunto de incompetentes. Eu sou, por op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um pessimista. Ainda que gostasse de n&amp;atilde;o ter raz&amp;atilde;o. </description>
<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 11:55:06 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : O Voto não é um Cheque em Branco</title>
<link>https://811c85b6-c3d7-4c4e-b127-d87a1f04af80.intensedebate.com.cvrsqu2br8b61rb4i0igzyx3c7mgif5fy.interact.pentestglobal.com#IDComment83187663</link>
<description>Acção individual e associativa. Exposições ao presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, intervenções na Assembleia de Freguesia no Lumiar (os fregueses podem pré-inscrever-se e intervir nas, infelizmente muito espaçadas - ontem foi a segunda do ano -, reuniões da Assembleia). Participação nas associações locais de base - associação de moradores, por exemplo. Criar um movimento pelo respeito pelas regras de trânsito, associar-se à ACA-M (Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados). Pequenas sugestões... </description>
<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 20:46:33 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : O Voto não é um Cheque em Branco</title>
<link>https://811c85b6-c3d7-4c4e-b127-d87a1f04af80.intensedebate.com.cvrsqu2br8b61rb4i0igzyx3c7mgif5fy.interact.pentestglobal.com#IDComment82787017</link>
<description>Eu acho que n&amp;atilde;o percebeste nada do post Jorge, porque o que tu defendes &amp;eacute; o que l&amp;aacute; est&amp;aacute; impl&amp;iacute;cito: eu n&amp;atilde;o anulo nem desculpabilizo a incompet&amp;ecirc;ncia de quem nos governa antes nos aponto o dedo por o aceitarmos. Culpabilizo-nos por sermos indulgentes com essa incompet&amp;ecirc;ncia, culpabilizo-nos por nos demitirmos da verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cumprimento dos programas votados, culpabilizo-nos por desistirmos de sermos exigentes com quem se oferece para nos governar mas - e principalmente - connosco que continuamos &amp;agrave; espera que o &amp;quot;outro&amp;quot; nos venha tirar o prego. </description>
<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 18:06:06 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Restaurantes de Lisboa – Uma Assinatura quase perfeita</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=8142#IDComment82148534</link>
<description>Pena, Carlos. Teria pelo menos uma boa recorda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dia de hoje!... Esperemos que a outra se confirme. </description>
<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 12:41:16 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Um casamento de t-shirt</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=8028#IDComment79330242</link>
<description>Li o t&amp;iacute;tulo e pensei &amp;quot;Olha que bom! Agora podemos voltar a concentrarmo-nos a discutir o que &amp;eacute; realmente importante?&amp;quot;   Mas uma das coisas importantes que &amp;eacute; sempre bom discutir - quanto mais n&amp;atilde;o seja para ningu&amp;eacute;m se esquecer - &amp;eacute; o tipo de sociedade que estamos interessados em ajudar a construir e o modo como nela podemos e devemos intervir. E sim, estou deveras interessado em viver numa sociedade que respeita as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida de cada um, sem discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e em respeito pelos direitos dos seus concidad&amp;atilde;os. Nesse contexto, aceito que discutir o alargamento do direito do casamento a casais monossexuais se inclui nessa discuss&amp;atilde;o. Coisa que n&amp;atilde;o tem acontecido, servindo o tema mais para ataques politicos, religiosos ou comportamentais - de parte a parte - do que para outra coisa qualquer.  Preferiria que o tempo gasto nestas esterilidades tivesse sido aplicado na discuss&amp;atilde;o sobre o futuro de Lisboa - n&amp;atilde;o nas tontices comerciais do tipo &amp;quot;uma cidade melhor&amp;quot;, &amp;quot;uma cidade onde se viva bem&amp;quot;, &amp;quot;uma cidade de rosto humano&amp;quot; que n&amp;atilde;o levam igualmente a lado nenhum, antes na quantifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alguns objectivos: o n&amp;uacute;mero de habitantes a atingir no ano 2020, a densidade populacional desej&amp;aacute;vel, globalmente e por bairro, o sistema de gest&amp;atilde;o da cidade, o n&amp;uacute;mero de freguesias a atingir, quantas e quais fundir, os sistemas de transporte na cidade, o n&amp;uacute;mero de viaturas a nela circular, entre  muitos outros.  Por estas e outras quantifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es se passaria a estrat&amp;eacute;gias e destas a pol&amp;iacute;ticas e programas.   Do mesmo modo se poderia fazer isso para o pa&amp;iacute;s - para nos evitar este jogo burlesco do &amp;quot;est&amp;atilde;o a ver como a nossa economia hoje est&amp;aacute; a crescer ainda que ontem estivesse mal porque nas &amp;uacute;ltimas tr&amp;ecirc;s semanas o mundo deu uma cambalhota&amp;quot;.  Mas haver&amp;aacute; jornalistas, editores e directores com capacidade intelectual para tudo isto promover (sim, porque dos actores pol&amp;iacute;ticos j&amp;aacute; eu sei que a incapacidade &amp;eacute; geral e total) e cidad&amp;atilde;os em n&amp;uacute;mero suficiente para os secundar? Oh d&amp;uacute;vida...  &amp;Eacute;, evidentemente, mais simples preocuparmo-nos em conjunto com o ombro do Nani, os bigodes da selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es sexuais dos noivos de agora.   (Para n&amp;atilde;o me acusarem de fugir ao tema do post, acrescento que n&amp;atilde;o percebo a incoer&amp;ecirc;ncia de quem tanto se bateu pela import&amp;acirc;ncia de um acto o desvalorizar quando lhe surge a oportunidade para o realizar. Afinal o que est&amp;aacute; em causa &amp;eacute; o direito de assumir urbi et orbi  um sentimento ou apenas a vontade de obter vantagens materiais de um acto administrativo? &amp;Eacute; que para este bastava o alargamento das uni&amp;otilde;es de facto.)  (Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interesse: Serei, em breve, padrinho de um dos noivos num casamento homossexual. Com muita satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o por assistir ao compromisso p&amp;uacute;blico de um grande amor) </description>
<pubDate>Wed, 9 Jun 2010 17:53:44 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : A Alta de Lisboa está a fervilhar. Quem ouve?</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7972#IDComment78986653</link>
<description>Uau (ou ser&amp;aacute; wow?) Cheguei Tarde, &amp;eacute; preciso adoptar um pseud&amp;oacute;nimo para ter coragem para escrever essas piadolas? </description>
<pubDate>Mon, 7 Jun 2010 18:38:44 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Espaço público a preço de saldo</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7789#IDComment76655422</link>
<description>Uau. &amp;quot;Empedernidos mentalmente&amp;quot; &amp;eacute; mesmo muito bom. Causa efeito, faz lembrar a c&amp;eacute;lebre &amp;quot;pseudo intelectuais&amp;quot; que tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o quer dizer nada. Presumo que ter&amp;aacute; conhecido muitos empedernidos fisicamente. Tipo a est&amp;aacute;tua do D. Jos&amp;eacute; na Pra&amp;ccedil;a do Com&amp;eacute;rcio. </description>
<pubDate>Sat, 22 May 2010 14:21:40 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Cresce e aparece! Porque a Creche não aparece…</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7799#IDComment76354391</link>
<description>Acredito que as creches previstas ir&amp;atilde;o para os bairros-bandeira desta cidade.  Porque, mediaticamente, compensa &amp;quot;apostar&amp;quot; no &amp;quot;recrescimento&amp;quot; destes bairros.  Porque, ao terem menos popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os ratios ser&amp;atilde;o maiores.  Porque, verdadeiramente, toda a classe pol&amp;iacute;tica se est&amp;aacute; a borrifar para a classe m&amp;eacute;dia (que &amp;eacute; maiorit&amp;aacute;ria nestas tr&amp;ecirc;s freguesias).  Obrigado Ana, por ainda outro exemplo - bem fundamentado - de como os actores (e autores) deste regime o est&amp;atilde;o a enterrar, ao alargar o fosso entre as promessas e a realidade, entre os compromissos e a sua realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.  Ainda n&amp;atilde;o percebi se o Costa, os seus vereadores e demais entourage pol&amp;iacute;tica que o cerca foram mal-intencionados nos seus compromissos eleitorais ou se s&amp;atilde;o muito, muito mas mesmo muito ignorantes da cidade que regem.  (Obviamente que este &amp;uacute;ltimo par&amp;aacute;grafo se estende tamb&amp;eacute;m a toda a oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, autora no passado, das mesmas n&amp;atilde;o-ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o-ideias, n&amp;atilde;o-melhoramentos) </description>
<pubDate>Thu, 20 May 2010 12:05:07 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : A nova biblioteca central, o Benfica e outros campeões.</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7677#IDComment75412042</link>
<description>Exemplar hist&amp;oacute;ria. A CML 4.1 idealiza o projecto, a CML 5.2 lan&amp;ccedil;a a primeira pedra. Da CML 6.1 n&amp;atilde;o se sabe o que pensou. Mas a CML 7.0 acha mal e paralisa. (Normalmente h&amp;aacute; grandes incompatibilidades entre as vers&amp;otilde;es 5.1 e 7.0 e seguintes - software que funcione com uma, d&amp;aacute;-se mal com a outra). Gasta-se dinheiro, aprofunda-se a imagem de incoer&amp;ecirc;ncia, desperd&amp;iacute;cio e incompet&amp;ecirc;ncia da C&amp;acirc;mara, presidentes e vereadores e funcion&amp;aacute;rios, mas j&amp;aacute; ningu&amp;eacute;m se parece importar.  Tenho uma quest&amp;atilde;o: se a urbaniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Vale de Santo Ant&amp;oacute;nio tivesse avan&amp;ccedil;ado e tudo nela anunciado estivesse a ver a luz do dia (15000 m2 de escrit&amp;oacute;rios, 22000 m2 de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o), como seria o futuro pr&amp;oacute;ximo da Alta?  E ainda outra: os decisores da EPUL e das CML n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o atentos &amp;agrave; evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado imobili&amp;aacute;rio, avan&amp;ccedil;am com estes mega-projectos sem pensar nas consequ&amp;ecirc;ncias para a restante cidade ou estes an&amp;uacute;ncios e investimentos s&amp;atilde;o somente o que o &amp;quot;day after&amp;quot; parece garantir: um gigantesco bodo aos... </description>
<pubDate>Fri, 14 May 2010 12:37:16 +0000</pubDate>
<guid>http://www.viverlisboa.org/?p=7677#IDComment75412042</guid>
</item><item>
<title>Viver Lisboa : Newcomer </title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7671#IDComment75237550</link>
<description>Isabel, temos de fazer uma tert&amp;uacute;lia com o &amp;quot;papa&amp;quot; da gentrifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, perd&amp;atilde;o, da reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o urbana - para a menina lhe explicar os benef&amp;iacute;cios dos malef&amp;iacute;cios que ele andou a tentar erradicar por mais de uma d&amp;eacute;cada enquanto respons&amp;aacute;vel camar&amp;aacute;rio.  Estou consigo.  </description>
<pubDate>Thu, 13 May 2010 12:37:54 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Preservativos ao Papa</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7593#IDComment75234913</link>
<description>N&amp;atilde;o me parece que tenha afirmado no meu texto que o cliente tem o direito de alterar uma obra, antes que o cliente tem o direito de exigir que o trabalho encomendado esteja de acordo com os seus desejos, o seu crit&amp;eacute;rio e os seus interesses, cabendo ao artista - ao criativo - recusar a mesma e levar o seu trabalho consigo, caso com tal n&amp;atilde;o concorde.  Parece, ali&amp;aacute;s que, neste caso, o criativo ter&amp;aacute; mesmo aceite a interfer&amp;ecirc;ncia - ou as raz&amp;otilde;es - do cliente, aceitando altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se ter&amp;atilde;o baseado no receio de uma &amp;quot;leitura provocat&amp;oacute;ria&amp;quot;. Mas quem se lembraria de uma leitura provocat&amp;oacute;ria quando &amp;eacute; t&amp;atilde;o &amp;oacute;bvia a sua mensagem do &amp;quot;trunfo na manga&amp;quot;? Quando a pr&amp;aacute;tica deste Papa e do Vaticano nos mais recentes dec&amp;eacute;nios tem demonstrado a sua capacidade de surpreender e de adaptar as suas ideias &amp;agrave; sociedade contempor&amp;acirc;nea e portanto, como prestidigitadores, tirar trunfos da manga sempre que, em viagem, isso lhes convenha?  De facto, a ideia subjacente ao &amp;quot;trunfo na manga&amp;quot; &amp;eacute; inteligente. Completamente ignorante do sujeito que retrata. Completamente ignorante do modo de pensar e reagir do p&amp;uacute;blico-alvo (presumo que n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o os n&amp;atilde;o cat&amp;oacute;licos, antes aqueles que, &amp;agrave; beira dos passeios, esperavam o representante m&amp;aacute;ximo da sua Igreja), ao considerar que, em vez de uma provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nele leria a sua rebuscada justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas inteligente.  Teria sido igualmente inteligente ter adicionado as explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es que deu posteriormente, ao post inicial - ter-se-ia percebido que o post era sobre as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es criativo-clientes e n&amp;atilde;o sobre o Papa, ainda que, como tags, s&amp;oacute; aparecessem &amp;quot;Papa&amp;quot;, &amp;quot;preservativo&amp;quot; e &amp;quot;cartaz&amp;quot;... Nada de provocat&amp;oacute;rio, portanto, o que pouparia estas reac&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;quot;demag&amp;oacute;gicas&amp;quot;.  Fiquei a saber que h&amp;aacute; criativos em Portugal para quem o Expresso &amp;eacute; a medida da modernidade (ou ser&amp;aacute; que &amp;eacute; o Ant&amp;oacute;nio?) - caricatura nele publicada &amp;eacute; para ser a norma! E ai de quem n&amp;atilde;o se reveja nela... O pensamento &amp;uacute;nico &amp;eacute; sempre um processo agrad&amp;aacute;vel de se eliminar a discord&amp;acirc;ncia.  Registo ainda o fair-play do autor. &amp;quot;Parvo&amp;quot;, &amp;quot;virgem ofendida&amp;quot;, &amp;quot;careta&amp;quot;... Sim, ser criativo deve ser isto mesmo. Manter sempre uma pose de superioridade em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; cr&amp;iacute;tica e ao outro. Ah, sim, e ser casca-grossa com as senhoras.     </description>
<pubDate>Thu, 13 May 2010 12:27:13 +0000</pubDate>
<guid>http://www.viverlisboa.org/?p=7593#IDComment75234913</guid>
</item><item>
<title>Viver Lisboa : Preservativos ao Papa</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7593#IDComment75042050</link>
<description>N&amp;atilde;o percebi a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do post.   Se o autor/criador se queria queixar das limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o cliente imp&amp;ocirc;s &amp;agrave; sua obra, n&amp;atilde;o me parece que isso seja novidade - afinal &amp;eacute; o cliente quem paga a encomenda, tem direito a exigi-la de acordo com os seus desejos e isso est&amp;aacute; impl&amp;iacute;cito, desde sempre, no acordo entre as duas partes. Ao criador cabe desistir do mesmo e ficar com a obra, se n&amp;atilde;o lhe agradar a interfer&amp;ecirc;ncia.   O exemplo que deste no facebook, Tiago, parece-me um bocado deslocado do contexto. Afinal o Duchamp fez a &amp;quot;Fonte&amp;quot;, n&amp;atilde;o para um patrono ou cliente, antes para um concurso (e a obra foi exclu&amp;iacute;da pelo j&amp;uacute;ri; com todo o direito - ainda que sem a raz&amp;atilde;o, mas isso s&amp;oacute; se comprovaria no futuro - que lhe dava a sua condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de j&amp;uacute;ri) e o autor sabia ao que ia, ao que se expunha e o que pretendia.   No campo dos exemplos, o que achas que deveria fazer o respons&amp;aacute;vel de uma empresa encarregue de escolher um jingle para uma campanha de roupa para b&amp;eacute;b&amp;eacute; se o autor da composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o musical que preferia lhe tivesse acrescentado uns versos hardcore sobre o fetiche de roupa de crian&amp;ccedil;a? Pensava primeiro na liberdade art&amp;iacute;stica ou nos objectivos da empresa? Aqui o caso parece-me id&amp;ecirc;ntico: o cartaz atinge o objectivo - que &amp;eacute; o de chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a campanha a desenvolver, mas f&amp;aacute;-lo &amp;agrave; custa de uma cal&amp;uacute;nia (pelo que se sabe - e a realidade ou da apar&amp;ecirc;ncia da realidade percepcionada pelo alvo desta campanha que &amp;eacute; a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o cat&amp;oacute;lica (presumivelmente, os n&amp;atilde;o-cat&amp;oacute;licos usar&amp;atilde;o preservativos sem restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es morais) que aqui interessa), ao sugerir que o Papa condena algo que faz subrepticiamente (n&amp;atilde;o &amp;eacute; essa a explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o preservativo escondido na manga? N&amp;atilde;o seria mais interessante, mais certeira, mais contundente e mais pr&amp;oacute;xima da verdade uma alus&amp;atilde;o &amp;agrave;s consequ&amp;ecirc;ncias que o n&amp;atilde;o uso de preservativos acarreta (propaga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da SIDA e outras DST&amp;#039;s, crian&amp;ccedil;as que nascem seropositivas) e que a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Igreja irresponsavelmente amplia?  Se, pelo contr&amp;aacute;rio, o objectivo do post era, unicamente, chocarreirar ou chocar quem l&amp;ecirc; (que &amp;eacute; sempre a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;aacute;cil para quem desiste de combater ideias ou ideais com contra-argumentos), devo dizer que a adi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cedilha ao &amp;quot;bra&amp;ccedil;ito&amp;quot; me chocou mais do que a adi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da super t-shirt c&amp;ocirc;r-de-rosa &amp;agrave; manga do senhor. </description>
<pubDate>Wed, 12 May 2010 11:04:14 +0000</pubDate>
<guid>http://www.viverlisboa.org/?p=7593#IDComment75042050</guid>
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<title>Viver Lisboa : Fenecendo envergonhados</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7442#IDComment73802175</link>
<description>&amp;Eacute; verdade caro Manuel Ferreira, &amp;eacute; por isso que n&amp;atilde;o existe engenharia em Portugal e muito menos especialistas em geotecnia ou em estruturas - porque n&amp;atilde;o existe ci&amp;ecirc;ncia, nem tecnologia que saiba determinar os estados de conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de edif&amp;iacute;cios e o grau de instabilidade de taludes ou encostas. &amp;Eacute; por isso que diz - e, decerto, muito bem! - que o que hoje est&amp;aacute; s&amp;oacute;lido, seguro, imut&amp;aacute;vel (&amp;quot;n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o problema&amp;quot;) amanh&amp;atilde; pode ser ru&amp;iacute;na, sem ningu&amp;eacute;m o conseguir controlar...  Mas... se n&amp;atilde;o se pode controlar, o que a CML fez na encosta do Bairro da Liberdade foi adivinha&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Afinal impediu que casas tivessem alu&amp;iacute;do - assim demonstrando que, ao contr&amp;aacute;rio do que diz &amp;quot;isso&amp;quot; se pode controlar - ou resolveu Helena Roseta brincar aos realojamentos. Repito: &amp;quot;isso&amp;quot; pode-se ou n&amp;atilde;o controlar?  N&amp;atilde;o percebo nada da sua argumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial. Por serem colinas, n&amp;atilde;o se pode construir nelas? Desde quando? S&amp;oacute; se pode construir em terreno plano? Porqu&amp;ecirc;? &amp;Eacute; melhor construir em aterros - como junto &amp;agrave; 24 de Julho - ou em leitos de cheia - como &amp;eacute; o caso de parte dos realojamentos da Avenida de Ceuta - do que em encostas estabilizadas?  E onde andava a CML quando &amp;quot;aqueles&amp;quot;, os &amp;quot;clandestinos&amp;quot; construiram onde n&amp;atilde;o deviam? A comentar posts no Viver?  Finalmente, quero chamar-lhe a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o facto deste &amp;quot;Pedro&amp;quot; neste post n&amp;atilde;o estar a clamar contra a in&amp;eacute;pcia da CML (sendo &amp;quot;in&amp;eacute;pcia&amp;quot; palavra sua, presumo que se tratar&amp;aacute; de um acto falhado) antes a propor uma mudan&amp;ccedil;a de paradigma na gest&amp;atilde;o da cidade - em vez de servi&amp;ccedil;os centralizados, gabinetes locais; em vez da transfer&amp;ecirc;ncia de compet&amp;ecirc;ncias para as Juntas, a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os t&amp;eacute;cnicos aos locais. Pensar global e resolver local, n&amp;atilde;o sei se consegue perceber...?  E, para que conste, apoio, como sempre, as medidas proactivas da CML - e da qual &amp;eacute; exemplo a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que citou. As reactivas, grupo a que parece pertencer este seu coment&amp;aacute;rio, &amp;eacute; que n&amp;atilde;o resolvem as quest&amp;otilde;es de fundo. S&amp;oacute; levantam poeira. </description>
<pubDate>Fri, 7 May 2010 15:23:03 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : &quot;A senhora tem toda a razão.&quot;</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7451#IDComment73792402</link>
<description>Junte-se a este video as respostas do senhor V-P da CML 7.1 e logo se compreender&amp;aacute; como &amp;eacute; feita a transmuta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;quot;eles&amp;quot; para o &amp;quot;n&amp;oacute;s&amp;quot;, do &amp;quot;incompreens&amp;iacute;vel&amp;quot; para o &amp;quot;justific&amp;aacute;vel&amp;quot;, do &amp;quot;cidad&amp;atilde;os, companheiros desta nossa luta por uma cidade melhor&amp;quot; para o &amp;quot;chatos do catano que n&amp;atilde;o sabem apreciar o nosso trabalho e s&amp;oacute; apresentam propostas demag&amp;oacute;gicas, irreflectidas e desconhecedoras da realidade, do planeamento e da boa execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot; </description>
<pubDate>Fri, 7 May 2010 14:58:17 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Manuel Salgado responde às perguntas</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7377#IDComment72448390</link>
<description>7. Come&amp;ccedil;o a pensar que a iliteracia tamb&amp;eacute;m ataca quem l&amp;ecirc; as nossas peti&amp;ccedil;&amp;otilde;es. N&amp;atilde;o se queria fazer uma segunda rua Sousa Mendes. Pretendia-se dar dignidade &amp;agrave; homenagem &amp;agrave; ilustre personagem que o cons&amp;ucirc;l foi, reparando a asneira que a CML fez ao atribuir o seu nome a uma ruela em Telheiras. Se, no passado, se mudou, alegre e despreocupadamente, o nome a art&amp;eacute;rias da cidade, porque n&amp;atilde;o faz&amp;ecirc;-lo agora, publicamente anunciando e justificando? Se cada verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o ignora olimpicamente promessas e compromissos feitos pelas suas antecessoras, se se permite desviar-se e esquecer-se de contratos, ser&amp;aacute; assim t&amp;atilde;o dif&amp;iacute;cil voltar atr&amp;aacute;s e dizer, &amp;quot;engan&amp;aacute;mo-nos, este homem merece mais, quanto aos moradores atingidos pela mudan&amp;ccedil;a de nome ter&amp;atilde;o todo o nosso apoio para resolver rapidamente as quest&amp;otilde;es burocr&amp;aacute;ticas criadas com a mudan&amp;ccedil;a&amp;quot;?  &amp;Eacute; uma sorte quando os regulamentos nos permitem fingir que s&amp;atilde;o eles que nos impedem os grandes gestos e n&amp;atilde;o a falta de coragem...  8. Parque Oeste. Devolvo-lhe o argumento. Para mim, neste momento, n&amp;atilde;o &amp;eacute; importante saber porque &amp;eacute; que o Parque Oeste demorou 6 anos a ser executado. &amp;Eacute; saber porque &amp;eacute; que, mais uma vez, esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o - em quem acreditei e da qual pensei que teria uma &amp;eacute;tica mais transparente e uma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos cidad&amp;atilde;os menos arrogante e herm&amp;eacute;tica do que as que as suas antecessoras apresentavam - anuncia prazos e n&amp;atilde;o os cumpre nem se justifica. Portanto, para si, senhor V-P, mant&amp;eacute;m-se a pergunta - porque promete esta CML 7.0 (considerando que, pela Vossa pr&amp;aacute;tica, ela &amp;eacute; refundada a cada presidente no p&amp;oacute;s 25 de Abril) tanto que depois n&amp;atilde;o cumpre? Porque foi a abertura do Parque anunciada para o ano passado e tal n&amp;atilde;o ocorreu? E, melhor, porque n&amp;atilde;o se justificaram perante os cidad&amp;atilde;os os respons&amp;aacute;veis?  </description>
<pubDate>Tue, 4 May 2010 17:15:54 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Manuel Salgado responde às perguntas</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7377#IDComment72448318</link>
<description>4. Eixo Central. O projecto &amp;quot;foi aprovado&amp;quot;??? Nunca esteve aprovado? O do Eixo Central? A que obras se refere o V-P? Se n&amp;atilde;o me falha a mem&amp;oacute;ria, as obras come&amp;ccedil;aram no final de 2008, de qualquer forma, nunca antes de Ant&amp;oacute;nio Costa. Foram as obras aprovadas por esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o que come&amp;ccedil;aram sem o projecto estar aprovado? Foi a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos PER&amp;#039;s que come&amp;ccedil;ou sem estarem todos as expropria&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Eixo Central feitas?  As obras  encontram-se em execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o? &amp;Eacute;, como o aumento ou n&amp;atilde;o de impostos, uma quest&amp;atilde;o de sem&amp;acirc;ntica. De facto, a empreitada n&amp;atilde;o deve ter sido anulada e, como tal, est&amp;aacute; - em execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas, ao passar todos os dias pela mesma e a ver tudo mais ou menos na mesma, as pessoas ter&amp;atilde;o uma opini&amp;atilde;o diferente.   5. Centro Social da Musgueira. O V-P omite que o projecto de 2004, estava situado no &amp;uacute;nico local que o PUAL deixava livre para a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um equipamento desta natureza. Curiosamente, &amp;eacute; &amp;agrave; CML e a esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o que atribui o gostar da sua localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando at&amp;eacute; 2007, a mesma (?) CML n&amp;atilde;o se opunha &amp;agrave; sua localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Omite, porque &amp;eacute; politicamente incorrecto, que o CSM foi v&amp;iacute;tima do bra&amp;ccedil;o de ferro que se estabeleceu entre os moradores do Bairro da Cruz Vermelha e a CML, tendo a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo edif&amp;iacute;cio n&amp;atilde;o passado de um pretexto, servido como mais uma arma de arremesso devidamente politizada para que uma verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de esquerda rec&amp;eacute;m-empossada se sentisse mal e assim cumprisse as exig&amp;ecirc;ncias dos reclamantes. A arma funcionou, os moradores tiveram as obras que queriam e a CML, para n&amp;atilde;o perder a face ideol&amp;oacute;gica, mudou a localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Centro.  Se a antiga localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o era &amp;quot;m&amp;aacute;&amp;quot;, o que dizer da nova? E o que dizer da compet&amp;ecirc;ncia de uma C&amp;acirc;mara que se esquece de efectuar uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o geol&amp;oacute;gico-geot&amp;eacute;cnica dos terrenos da nova implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de modo a assegurar que as solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es iniciais n&amp;atilde;o causar&amp;atilde;o ultrapassagens dos valores acordados com a SGAL? N&amp;atilde;o estar&amp;aacute; na base dos atrasos uma diverg&amp;ecirc;ncia quanto &amp;agrave;s verbas envolvidas?  Uma pergunta perturbante: se a SGAL n&amp;atilde;o tiver disponibilidade financeira para avan&amp;ccedil;ar de imediato com a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o que far&amp;aacute; esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Lavar&amp;aacute; as m&amp;atilde;os como Pilatos atribuindo, mais uma vez, &amp;agrave; SGAL as culpas por todos os atrasos (as actuais instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Centro, perturbaram a conclus&amp;atilde;o do projecto do Eixo Central)? Ou assumir&amp;aacute; a sua responsabilidade, reconhecendo que o Centro Social da Musgueira &amp;eacute; indispens&amp;aacute;vel &amp;agrave; comunidade e que parte deste atraso tem a ver com op&amp;ccedil;&amp;otilde;es tomadas pela CML no passado (por exemplo, &amp;quot;esquecer-se&amp;quot; do Centro no PUAL) pagando ela a empreitada?  6. &amp;quot;O projecto do Centro Cultural est&amp;aacute; a ser reformulado devido aos elevados custos estimados para a sua constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;   &amp;Eacute; muito mais f&amp;aacute;cil e mediaticamente mais compensador concentrar todos os museus e esfor&amp;ccedil;os financeiros na Baixa, aumentando os desequil&amp;iacute;brios entre as v&amp;aacute;rias partes da cidade e acentuando o zonamento actual. Para qu&amp;ecirc; um Centro Cultural com capacidade para criar um novo p&amp;oacute;lo de atrac&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Lisboa, diversificando, aumento fluxos, gerando riqueza e permitindo uma maior autosustentabilidade que contribuir&amp;atilde;o para a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um novo bairro na estrutura urbana quando se podem fazer flores com os turistas j&amp;aacute; conquistados?  De facto, pouco separa o pitoresco do Estado Novo destas pol&amp;iacute;ticas...   </description>
<pubDate>Tue, 4 May 2010 17:15:46 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Manuel Salgado responde às perguntas</title>
<link>http://www.viverlisboa.org/?p=7377#IDComment72448154</link>
<description>NOTA PR&amp;Eacute;VIA:  Seria interessante colocar neste post, a seguir a estas palavras do actual vice-presidente da CML, o video com as palavras do actual Presidente, Ant&amp;oacute;nio Costa (P), proferidas aquando da sua visita &amp;agrave; Alta em Fevereiro de 2009, onde conclu&amp;iacute;a, por volta do minuto 2:10 que, &amp;agrave; excep&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pilar &amp;quot;de Loures&amp;quot; &amp;quot;est&amp;aacute; tudo tratado&amp;quot; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Santos e Castro (talvez Manuel Salgado (V-P), ao seu lado a ler um sms, n&amp;atilde;o tivesse ouvido a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o).   Ou o que o P&amp;uacute;blico publicou no dia seguinte &lt;a href=&quot;http://(http://www.viverlisboa.org/?p=1138)&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;(http://www.viverlisboa.org/?p=1138)&lt;/a&gt; onde, citando as palavras do P, dizia &amp;quot;O &amp;ldquo;ciclo vicioso&amp;rdquo; que h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos impedia o avan&amp;ccedil;o dos projectos previstos para a Alta de Lisboa chegou ao fim&amp;quot;.  Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Eixo Central seria interessante tamb&amp;eacute;m saber se &amp;quot;as parcelas muito pequenas, cujos propriet&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o, em alguns casos, desconhecidos da autarquia&amp;quot;  que impediam o seu desenvolvimento e para as quais se iria &amp;quot;avan&amp;ccedil;ar com a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de utilidade p&amp;uacute;blica da expropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes terrenos, sendo expect&amp;aacute;vel que a autarquia possa tomar posse dos mesmos &amp;ldquo;at&amp;eacute; ao final de 2009&amp;Prime;.&amp;quot; (a mesma not&amp;iacute;cia) j&amp;aacute; est&amp;atilde;o expropriadas em Maio de 2010 ou n&amp;atilde;o. Para se perceber se as obras do Eixo Central avan&amp;ccedil;aram sem a tomada de posse das mesmas (caindo assim no tal pecado mortal das verea&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores . com &amp;quot;ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algumas parcelas de terreno sem se ter procedido &amp;agrave; sua aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e sem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus propriet&amp;aacute;rios&amp;quot;) e o atraso face aos prazos anunciados (veja-se este cartaz:&lt;a href=&quot;http://www.viverlisboa.org/?p=1145)&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.viverlisboa.org/?p=1145)&lt;/a&gt; e o estado comatoso das mesmas se deve &amp;agrave; falta de verba (voltaram os atrasos no pagamento das facturas) ou se aquilo que foi prometido ir ser feito ainda o n&amp;atilde;o foi.  Relativamente &amp;agrave;s informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, desculpas e justifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es prestadas pelo sr. V-P, deixo uns coment&amp;aacute;rios breves:  1. Porque &amp;eacute; que o contrato com a SGAL vai ser revisto? Porque esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o entende que a SGAL merece ser ressarcida dos preju&amp;iacute;zos que teve com os atrasos da CML? Porque esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o acha que, apesar desses preju&amp;iacute;zos e do esfor&amp;ccedil;o financeiro que sempre pendeu mais para o lado da enpresa, o contrato &amp;eacute; leonino para a SGAL e, portanto, a CML quer mais contrapartidas? Porque sabendo das dificuldades financeiras presentes da SGAL a quer pressionar com exig&amp;ecirc;ncias inaceit&amp;aacute;veis que levar&amp;atilde;o ao abandono do projecto por parte desta empresa e dando assim uma &amp;oacute;ptima desculpa &amp;agrave; CML para os atrasos? Ou, simplesmente, porque esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o gosta dos termos do contrato e (como fez, por exemplo, com a Porta-Sul) quer outros de que goste mais?  2. Ainda que, geograficamente, a Santos e Castro seja perif&amp;eacute;rica, o seu funcionamento est&amp;aacute; longe  de ser despiciente para a Alta  uma vez que ir&amp;aacute; desviar a maior parte do tr&amp;aacute;fego de atravessamento que hoje se verifica e que &amp;eacute; t&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel pelos engarrafamentos matinais. N&amp;atilde;o &amp;eacute; por isso compreens&amp;iacute;vel a subalterniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, com as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas, o V-P lhe quer dar. Mais incompreens&amp;iacute;vel ainda, &amp;eacute; esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o entender que, com as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhe foram feitas, a avenida passou a ser uma segunda via descompressora do tr&amp;aacute;fego da 2&amp;ordf; circular, logo ainda mais importante para a cidade.  3. Porta Sul: veremos quanto ir&amp;aacute; custar - ou ir&amp;atilde;o custar - as solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es faseadas (solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es faseadas poder&amp;atilde;o ser financeiramente mais exequ&amp;iacute;veis mas s&amp;atilde;o necessariamente mais caras). Veremos tamb&amp;eacute;m, pela solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o proposta, qual a vontade que esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Alta. Ser&amp;aacute; uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pobrezinha, s&amp;oacute; para resolver a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Santos e Castro? Ter&amp;aacute; a grandiosidade do projecto chumbado pela ANA? E, n&amp;atilde;o sendo uma rotunda, ser&amp;aacute; o qu&amp;ecirc; - um n&amp;oacute;, um trevo?   Quando estar&amp;aacute; o projecto pronto, j&amp;aacute; que, em dois anos e meio, a CML foi incapaz de o terminar? Teremos uma vers&amp;atilde;o &amp;agrave; escala da saga do novo aeroporto de Lisboa? Ficar&amp;aacute; o mesmo dependente da solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Campo Grande? Recordo a experi&amp;ecirc;ncia das aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, expropria&amp;ccedil;&amp;otilde;es e tomadas de posse na Alta - quantas d&amp;eacute;cadas ser&amp;atilde;o precisas para que os servi&amp;ccedil;os consigam ter territ&amp;oacute;rio para implantar a via de liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o?  Penso que &amp;eacute; l&amp;iacute;cito concluirmos, pela nossa experi&amp;ecirc;ncia de lisboetas e portugueses, que a Porta-Sul, como foi idealizada (uma &amp;quot;porta&amp;quot; simb&amp;oacute;lica de entrada num novo bairro) nunca ser&amp;aacute; constru&amp;iacute;da. De aqui a um ano (com optimismo) teremos uma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;quot;provis&amp;oacute;ria entre a 2&amp;ordf; Circular e a Santos e Castro, dir-nos-&amp;atilde;o que o resto est&amp;aacute; em andamento, entretanto cair&amp;aacute; esta verea&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a pr&amp;oacute;xima virar-se-&amp;agrave; para outras guerras... e pronto.   </description>
<pubDate>Tue, 4 May 2010 17:15:23 +0000</pubDate>
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<title>Viver Lisboa : Não há ponta sem nó</title>
<link>http%3a%2f%2fwww.viverlisboa.org%2f%3fp%3d7311#IDComment70884608</link>
<description>Eu prefiro continuar a pensar que, mais do que nos 10.000 funcion&amp;aacute;rios - com vontades, indol&amp;ecirc;ncias, capacidade, incompet&amp;ecirc;ncia, empenho, esquemas - o problema est&amp;aacute; na fraqueza das verea&amp;ccedil;&amp;otilde;es e acompanhantes, fracos reis a fazerem ainda mais fraca a pobre gente. </description>
<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 17:27:49 +0000</pubDate>
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