Thiago
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3 days ago @ Polegar Opositor - Liberdade de expressã... · 0 replies · +1 points
Aprender a ouvir críticas e viver bem aceitando que as vezes erramos é muito difícil, mas é um exercício que todos deviam fazer...
Enfim, love love love love is all you (we) need <3
3 weeks ago @ Polegar Opositor - Aos periódicos tudo, ... · 0 replies · +1 points
3 weeks ago @ Polegar Opositor - Aos periódicos tudo, ... · 0 replies · +1 points
Eu faço o mesmo paralelo com a DIY Science, acho mesmo que é um ressurgimento daquele movimento original, e acho que é daí que as transformações realmente importantes virão, justamente pela falta dessa "centralização" típica da ciência profissional.
Em todo caso, resta esperar o tempo fazer o trabalho dele e ficarmos de olho.
PS: Ninguém responder ao que exatamente? Ao texto? Outros comentários você diz? A média de comentários para textos como este é bem baixa usualmente, normal...
3 weeks ago @ Polegar Opositor - Aos periódicos tudo, ... · 2 replies · +2 points
A alternativa vai surgir, tenho certeza. Só acredito que infelizmente ela não virá da própria comunidade científica, talvez venha por meio dos movimentos DIY que estão emergindo. Gente que não tem o compromisso profissional com a ciência, amadores no melhor sentido da palavra, que por força própria se organizam e criam suas próprias maneiras de fazer ciência fora de uma estrutura super centralizadora como a ciência moderna.
Mas não precisamos ir até o povo do DIY pra ver algumas possíveis alternativas. O PLoS é uma, ainda tímida na minha opinião, mas também não deve ser a única, embora não me ocorra nenhuma outra no momento. Enfim, certamente não sou eu quem deve dizer qual é a alternativa, ou alternativas, mas se me perguntarem o que eu acho respondo que cortar o "middle man" e descentralizar a estrutura como um todo é o caminho a se buscar para continuar progredindo.
4 weeks ago @ Polegar Opositor - Os 22 paradigmas de Th... · 0 replies · +1 points
Todos os textos do blog são licenciados pela Creative Commons, mais detalhes no link no rodapé do site.
10 weeks ago @ Blog do Android - Veja o CyanogenMod 9 A... · 0 replies · +1 points
Eu to usando a Alpha 11 a três dias e está incrivelmente estável embora apresente alguns problemas como gasto de bateria acima do usual, alguns app's do Google só em inglês, app de música antigo (não a nova versão 4) e o Google Maps antigo tb (3.1.11 acho).
Fora isso, tudo ok. O novo app de contatos é incrível.
19 weeks ago @ Polegar Opositor - Kuhn, Einstein e os ne... · 0 replies · +2 points
Mas sim, os períodos de ciência extraordinária podem ser bem longos. Com efeito, nem sempre é possível apontar com precisão quando um paradigma cai e outro o substitui. É difícil ver a história acontecendo quando estamos bem no meio dela ;)
26 weeks ago @ Polegar Opositor - Para onde vai o "paper... · 0 replies · +1 points
Vamos ter que concordar em discordar. Acho que o suporte e a função do paper possuem uma relação inseparável. Claro que é uma posição filosófica que vem do McLuhan (meio é mensagem) e a qual eu aceito como sendo verdadeira.
As revista open access ainda não se consolidaram como uma opção viável ao cientista, muito embora eu reconheça e fique muito contente de que isso vem mudando a olhos vistos. O fato de grande parte dos periódicos terem migrado para o meio digital e muitas vezes abandonado por completo a sua versão impressa, embora seja sim um avanço necessário e até inevitável, carregam para este meio digital boa parte das limitações que são oriundas do papel impresso. É o caso, por exemplo, do limite de páginas (7 se não me engano) imposto pela PNAS mesmo para artigos que serão publicados digitalmente.
O problema maior é, como é evidente, a dificuldade de acessar todo esse material online em decorrência das assinaturas exigidas pelos periódicos, ou pelo valor individual de cada artigo. O fato é que universidades de todo o mundo sofrem com esse problema. Num destes artigos que recomendo no texto o autor comenta o caso de uma biblioteca alemã que é obrigada a usar 90% da sua verba anual para a manutenção das assinaturas dos periódicos, sacrificando com isso a compra de novos livros. Universidades como a própria Universidade de Lisboa, até o final do ano passado, não assinavam nem a Nature nem a Science. Ora, uma universidade que é incapaz de fornecer a seus alunos e pesquisadores acesso aos dois principais periódicos que existem, acaba sim sofrendo um limite claro na sua capacidade de dialogar com a comunidade científica.
Evidente que há maneiras de se “driblar” esse limite, mas o caso é que não deveria ser necessário buscar meios extra-oficiais, digamos, para se ter acesso a um artigo científico, em especial se ele foi pago por dinheiro público. Quanto ao tempo de publicação, é normal que um artigo submetido, depois de aceito, ainda passe por um longo processo de peer-review (é importante notar que dificilmente um artigo é aceito para publicação sem nenhuma ressalva).
No mais, você chama a atenção para as perguntas “comunicar o que, para que e por que”, além de “quem faz a revisão dos textos”. Todas estas perguntas não estão também elas separadas do formato e do suporte do paper. O peer-review, como se sabe, é um processo que surgiu muito mais tardio do que o paper de ciência. Foi criado para servir de filtro e ferramenta de decisão sobre o que publicar, justamente pelo crescente número de artigos que começaram a ser submetidos aos periódicos. O “o quê, o porquê e para quê” estão também ali intimamente ligados com o próprio estilo do texto científico no artigo.
Veja, eu entendo o seu argumento e a separação que você tenta fazer, só não concordo com ela. Acredito de verdade que o artigo científico tenha esta relação de criador e criatura da atividade científica, e acredito de verdade que em um suporte digital, continuar com este formato é improdutivo por razões que eu talvez vá abordar mais afundo no próximo texto. É por isso que julgo o pdf (neste caso em específico) ineficaz, por que ele é, por design, tão limitador quanto o papel impresso. É uma metáfora que não soube se distanciar suficientemente do objeto que tenta simular e, como nos lembra Aristóteles, fazer uma metáfora é dar a uma coisa o nome de outra coisa e o que torna uma metáfora poderosa é o hiato entre estes dois polos da equação. Infelizmente, o hiato entre o pdf e o papel é muito, muito pequeno.
39 weeks ago @ Polegar Opositor - Comunicação da Ciên... · 0 replies · +1 points
39 weeks ago @ Polegar Opositor - Comunicação da Ciên... · 0 replies · +1 points
Assim que puder ler, ficarei muito contente em saber o que achou.
Abraços.
Medley