Ricardo Pasqual

Ricardo Pasqual

80p

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13 hours ago @ Fênix Down - [Preview] The Darkness II · 0 replies · +1 points

Isso mesmo =)
Comprei meio no cagaço pois a desenvolvedora não inspirava muita confiança, afinal a coisa mais de destaque que fizeram foi Homefront.

Mas comprei e adorei, foi uma continuação ótima.

13 hours ago @ Fênix Down - [Preview] The Darkness II · 1 reply · +2 points

Eu era MUITO fã do primeiro The Darkness, por isso não resisti e comprei na pré-venda no Nuuvem (recomendo, é a versão mais barata, 69 reais e pode registrar na Steam).

A fanboyzada reclamou a rodo por causa do cel shading, mas como o Marcio comentou no vídeo, é um cel shading bem estilizado, que os desenvolvedores deram o nome de "graphic noir" pela intenção de lembrar o estilo de desenho das HQs. Ou seja o gráfico não é aquela técnica agressiva que parece desenho animado, é um pouco mais suave, não excluindo por completo as texturas. Eu achei que coube muito bem, ajudou a amenizar o caráter visceral do game que é muito maior que no primeiro, sem o cel shading a proposta poderia ir pra outro caminho.

Falando em proposta, gostei muito da proposta encabeçada nesse segundo game. Eles continuaram a história do game, mas trouxeram o feeling das HQs, seja nas vísceras voando pra todo lado, seja no humor negro ou seja no enredo que encontra às HQs no lado mais "místico" da história.

O que posso dizer pra quem está afim de comprar é: Compre no PC ou espere abaixar o preço da versão de consoles. Isso porque o jogo é bem curto, 8hrs e já tinha terminado ele. O que não acho um problema pois o jogo é tão intenso e tem uma narrativa tão fluida que vale a pena. E, ainda, o jogo aposta no fator replay, com New Game +. Mas pode ser um incômodo pra quem paga 200 barão num game e acaba tão rápido.

Há ainda o modo co-op, que também é curto e pode se escolher entre 4 personagens pra uma campanha à parte de 2hrs mais ou menos.

Mudanças eram previstas sendo que a desenvolvedora mudou. Antes era a Starbreeze, também responsável pelo Riddick citado no vídeo, agora é a Digital Extremes. A parte de mundo aberto com as características de sandbox foram tiradas, agora a campanha é bem linear, só tem uma que outra respirada na mansão do Estacado onde tu pode parar e conversar com as pessoas, participando de um que outro mini-game.

A jogabilidade ficou anos-luz à frente da antiga, fui jogar aqui e quase não consegui jogar o primeiro jogo. Mas advirto que foi pensada pra gamepad, mesmo na versão de PC eu coloquei um gamepad pra aproveitar o jogo melhor.

Os Darklings (demoninhos) também sumiram, agora só tem um que funciona como um pet, tá ali toda a hora. Se perde na variedade, mas se ganha no vínculo com o Darkling, que agora é um personagem e não um mero poder.

Enfim, é um jogo sem filler, sem enrolação pra tentar deixá-lo maior como muito fazem. Narrativa intensa e variada, jogabilidade boa e diversificada. Faltou apenas um pouco de polimento no geral, às vezes tem uma movimentação tosca aqui e ali, um erro bizarro de gráfico ou coisa do tipo, mas nada que estrague o jogo. Recomendo fortemente.

13 hours ago @ Fênix Down - [Preview] The Darkness II · 2 replies · +2 points

De boa, só uma correção aí maluco, não é a mesma developer não. A developer do Bioshock 2 é a 2K Marin e a do The Darkness II é a Digital Extremes, que também não participou do desenvolvimento do primeiro The Darkness.

2 days ago @ Jogabilidade - DASH #07: Donkey Kong ... · 0 replies · +1 points

Minha experiência com o primeiro DKC foi muito prejudicada, isso porque comecei jogar os jogos da franquia de trás pra frente. Então iniciei pelo 3, depois o 2 e por final o 1. Fiz tudo que podia no 2 e 3, peguei todas as moedas, barris de bônus e tudo mais (até terminei naquele modo "Very Hard" do 3 xD) e quando cheguei pilhado no 1 foi uma brochada. Não porque o jogo era ruim, mas a simplicidade se comparado com seus sucessores me desmotivaram.

Mesmo assim ainda é um clássico e um jogo muito bom, até hoje tenho o cartucho dele zero bala aqui, uma hora instalo o SNES e termino ele ;)

Ah! E o Enguarde é um MARLIN, não um peixe-espada, seus malucos! Não que isso importe alguma coisa xD

4 weeks ago @ Jogabilidade - A Lenda do Herói · 2 replies · +2 points

Marcos Castro tem um humor leve, bem diferente, mas muito bem feito.

Conheci os vídeos dele pela paródia gamer de Aquarela http://www.youtube.com/watch?v=aITEB75P3mM

Vale a pena dar uma conferida no trabalho do cara =)

4 weeks ago @ Cidade Gamer - Sua Mor... - DRM da Ubisoft monitor... · 0 replies · +1 points

Este ano está um prato cheio pra estudos focados na proteção dos direitos autorais. Sou estudante de Direito e vou elaborar meu TCC sobre direitos autorais em meio as tecnologias digitais.

Pelo pouco que já andei pesquisando no meu pré-projeto, isso que a Ubisoft está impondo nem DRM é. DRM não necessariamente é uma coisa ruim...WHAT? Isso mesmo, quer apostar? Vou dizer um DRM que todos amam: STEAM! Isso mesmo, o cliente da Steam e a sua gerência de distribuição nada mais são do que gerenciadores de conteúdo digital, ou seja, a Steam em si é um Digital Right Management (DRM). Traduzindo DRM seria algo como Gerenciador de Direitos Digitais (ou Gestor como diz a boa e nova Wikipedia). Pois é, a Steam faz justamente a gerência do conteúdo. O simples fato de eu comprar um jogo nela, me obriga a usar o cliente e, querendo ou não, isso é uma forma de controle, de gerência. Mas quem se importa? A Valve foi muito esperta em criar um mecanismo que trouxesse segurança nesse controle e ao mesmo tempo benefícios para os jogadores, ao ponto que nem percebemos ou nos importamos com tal controle, pelo contrário, nós gostamos.

O grande problema é que a Ubisoft não é tão esperta, tampouco se utiliza de DRMs. Na verdade, na tecnicalidade chata da coisa, ela se utiliza de TPMs (não, não é aquela da sua namorada). TPMs são as Technological Protection Measures ("Medidas de Proteção Tecnológica") que, pra vias práticas, podem ser entendidas como "Travas Técnologicas". A grande diferença delas para as DRMs é que em vez do controle/gerência, as travas restringem o acesso do consumidor ao conteúdo adquirido, em prol da proteção aos direitos autorais. Essas travas são por vezes ridículas, como é o caso dessa nova da Ubisoft, que mais puni o jogador que não pirateia, do que o beneficia.

Essa minha papagaiada toda é só pra tentar mostrar que nem tudo é DRM como as pessoas imaginam. Não que a manchete esteja errada, se for escrever aí “TPM da Ubisoft” ninguém ia entender nada xD Mas é interessante mostrar que a pirataria pode ser evitada com métodos menos agressivos e com a utilização de DRMs em seu justo sentido, tal como a Valve faz.

Particularmente, qualquer pequeno problema que eu tivesse com uma trava da Ubisoft, baixaria um crack no Pirate Bay sem pensar duas vezes. Se paguei pelo jogo, paguei pelo direito de usufruí-lo ao todo sem restrição incômoda de uso. Acho que a Ubisoft está indo pelo caminho errado, daqui a pouco a única coisa que vai ganhar é um controle de conteúdo ineficaz, com jogadores descontentes e um caminhão de processos na cara.

4 weeks ago @ Fênix Down - [Preview] Asura’s Wr... · 0 replies · +1 points

Exato, por isso disse que não queria comparar, até porque eles têm propostas diferentes. Só summonei o Heavy Rain pra tentar mostrar que um jogo com muito (ou quase só) QTEs, pode ser bom, se bem aplicado e no que isso poderia contribuir com Asura's Wrath se usasse alguns elementos dele, no tocante a mecânica de QTEs.

A diferença é que a proposta de HR é clara, ele é um drama interativo, é interessante pela história e pela repercussão das ações. Mas e Asura's? Qual é a proposta dele? Foi isso que deixou todo mundo confuso, não sabemos a que o jogo se propõe. E não sei até que ponto isso é intencional da Capcom.

O lance é esperar outra demo ou o jogo completo mesmo. Na pior das hipóteses, assistimos ele no You Tube mesmo xD

4 weeks ago @ Fênix Down - [Preview] Asura’s Wr... · 2 replies · +1 points

A demo é pobre, sem dúvida. Mas gostei muito dos exageros japoneses, pois está na cara que estão lá pra serem cômicos mesmo, e esse tipo de humor me agrada.

Não me incomodei com os QTEs, o que me incomodei foi a comentada falta de desafio e a falta de possibilidade de mudança na cena. Até em Heavy Rain, que é um QTE infinito, você é punido e leva a história pra várias ramificações, se errar ou fizer diferente. Claro, não quero comparar, mas acho que podia ter uma pitada de Heavy Rain aí, podendo matar o chefe de jeitos diferentes, indo pra caminhos diferentes... Do jeito que tá ele *parece* que vai ficar em cima do muro, não vai ser excelente em nenhuma das mecânicas apresentadas.

De qualquer sorte eu gostei, bato palmas por trazer algo tão fora dos padrões e mesmo que a minha diversão tenha sido em sua maior parte assistir às cenas exageradas, vou acabar comprando/alugando/trocando. Acho que o melhor realmente é esperar. Alguns meses depois do lançamento vai estar metade do preço (full), provavelmente.

4 weeks ago @ Jogabilidade - DASH #05: Bastion · 0 replies · +1 points

Bastion foi pra mim uma experiência inusitada. Comprei na sorte em uma promoção na Steam e quando fui dar uma "testadinha" eu já estava completamente envolvido pelo jogo.

Outro fator muito interessante da jogabilidade é a constante renovação. Toda hora o jogador se depara com algo novo, seja uma bebida que dá alguma habilidade diferente, uma arma que muda totalmente a estratégia ou um movimento diferente adicionado nos últimos minutos de jogo. Isso faz com que o jogador se motive a jogar cada vez mais.

A arte me recordou Legend of Mana, muito bem lembrado pelo pfmpaulo nos comentários acima. O cenário colorido e cartunesco, o mapa com os pedaços existentes do mundo (as "fases"), bem como todo o conceito de reconstrução deste. Realmente eles têm vários aspectos em comum.

O som do jogo é sacanagem. Tudo é muito bom, a música, a narração, efeitos sonoros, tudo! E a sincronia que fizeram em relação à história foi sensacional. Aquela parte do Zulf no final e quando começa erguer a música... Meu Deus, cara, fazia tempo que não me emocionava desse jeito em um game.

Quanto às teorias malucas, acho que tem um pouco de "final de Inception" aí. Todas as frases no jogo podem ser interpretadas de vários sentidos, dando margem a inúmeras teorias. O pior é que nenhuma delas se pode afirmar com convicção estar certa ou errada.

Ainda com relação às teorias, não tive a mente poluída do Rick , fui inocente como o André, mas é...faz sentido até. E da teoria do André ainda acho muita viagem, mas se o cara fica pensando ...o Kid nem tem nome, ele é só “o garoto”...a versão garoto...OH MOTHER OF GOD! xD Taí mais um indício pra corroborar com a teoria do André, acho eu , mas o game é virado em indícios de sim e não pra todas essas teorias do capeta.

Meu primeiro comentário aqui, gostei bastante da edição mais suave no cast, acho que fica mais natural e os temas tratados até agora foram muito bem abordados. Então, um abraço e sucesso!

4 weeks ago @ Jogabilidade - Asura's Wrath Demo · 1 reply · +1 points

Depois que terminei a demo eu fiquei sem saber o que dizer do jogo. Mas no final das contas gostei bastante. Acredito que quem se decepcionou foi o pessoal que esperava um hack ’n’ slash convencional.

Asura’s Wrath só não trouxe um hack ‘n’ slash convencional como trouxe uma proposta de jogabilidade diferente. Utilizar QTE a todo o momento pode ter incomodado alguns, mas no meu ponto de vista é só outra forma que encontrou de quebrar mais uma convenção e tendência de jogabilidade. E a mistura dos QTEs interposta com a livre movimentação e ataque foi no mínimo interessante, apenas um pouco confuso no início.

Aparentemente, na demo só mostrou boss battles. Não sei ao certo como vai ser o meio tempo entre os chefes (se houver...vai saber), se focado numa ação mais beat’em up ou na exploração. Mas acredito que no quesito batalha não vá se alterar tanto em relação ao que vimos na demo.

A história e os acontecimentos são completamente exagerados chegando ao ponto cômico. Isso me agradou muito. Budas Galácticos, a lua rachando no meio, uma espada maior que o MUNDO! O melhor do exagero japonês reunido em um só lugar xD

No final das contas, foi uma demo que não mostrou tanto, mas certamente me mostrou um jogo que pensou fora da caixa, um jogo que me divertiu e um jogo que vai ser forte candidato à compra. Agora é aguardar mais detalhes e esperar os reviews.