Paulo Fehlauer

Paulo Fehlauer

26p

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38 weeks ago @ Paraty em Foco - Vem contigo {PEF 2011} · 0 replies · +1 points

Opa! Vou começar a agitar um pedal partindo de Sampa. Mais alguém? Dá pra ir de ônibus até Guaratinguetá e seguir pedalando pela Estrada Real até Paraty: http://www.estradareal.tur.br/roteiro/detalhe/69

61 weeks ago @ Paraty em Foco - Projeto de Lei que reg... · 0 replies · +2 points

Projeto totalmente anacrônico. Em tempos de convergência e popularização da fotografia, querer amarrar a profissão a diplomas e carteiras de trabalho é um retrocesso imenso. Até a obrigatoriedade do diploma de jornalismo já caiu, mesmo existindo uma longa tradição de ensino superior no país, o que não existe na fotografia. Mais uma das pataquadas do Congresso que, entre outras, quer regulamentar até a profissão de repentista!

73 weeks ago @ Paraty em Foco - da simulação ao simu... · 0 replies · +1 points

Mais um pouquinho e a gente ultrapassa os 7 comentários do Rousse. Bora ajudar a Yasmina :)

73 weeks ago @ Paraty em Foco - A fotografia vai ao ci... · 0 replies · +1 points

Blake,

Nos nossos tempos digitais é difícil falar de revoluções. As mudanças se tornaram tão corriqueiras que fica até difícil acompanhá-las (Zygmunt Bauman fala bastante disso). Se temos que apontar uma verdadeira revolução, a meu ver, trata-se da internet, que mexeu (e ainda mexe) com todas as formas de interação, criação, distribuição etc. Tanto que hoje se fala que a próxima "era" musical será a era da "nuvem", na qual nem mesmo possuiremos os arquivos digitais, mas os receberemos sob demanda.

Concordo contigo que, conceitualmente, o formato MP3 foi o ponto de partida para esse novo modelo de consumo de música. Mas, da mesma forma que citamos a 5D Mark II como ícone dessa transformação na linguagem visual, acredito que, se o iPod não foi a revolução propriamente dita, foi o principal ícone desse movimento.

Nessa linha, indico para leitura: http://brunogalo.wordpress.com/2010/08/27/calma-o...

Abraços,

80 weeks ago @ Paraty em Foco - E se Ansel Adams fosse... · 2 replies · +1 points

"Abismo que cavaste com teus pés..."

Fico pensando se não temos que rever exatamente a nossa ideia de memória. Será que precisamos guardar tudo? Se não, o que guardar? No curso da história, já passamos por desenhos nas cavernas, palimpsestos, livros... muita coisa se perdeu, só a ponta do iceberg foi guardada (ou recuperada). Hoje tudo virou digital, desmaterializou-se. Ou seja, é natural que cheguemos a esse impasse. Mas é praticamente impossível se antecipar à tecnologia. Qualquer solução ou parâmetro que criarmos hoje já nascerá obsoleta. Acho que é a partir desse ponto que essa questão deve ser pensada.

80 weeks ago @ Paraty em Foco - E se Ansel Adams fosse... · 0 replies · +1 points

88 weeks ago @ Garapa | Coletivo Mult... - Cracolândia... · 0 replies · +1 points

Fala Breno,

Só pra esclarecer, realmente o nosso trabalho foi só de edição - o conteúdo foi produzido pelos dois repórteres da Reuters. Outro detalhe é que a edição foi feita muito rapidamente, por diversas questões, o que com certeza se reflete no resultado. Acho mesmo que a cracolândia merece um trabalho aprofundado, de longo prazo, mas aí são outros 500, ou até mais. E conseguir dinheiro pra esse tipo de trabalho não costuma ser tarefa fácil.

Obrigado pelos comentários!

Abraço.

89 weeks ago @ Paraty em Foco - "As fronteiras que a a... · 0 replies · 0 points

Ô gente, muito boa a discussão, super pertinente, contemporânea, pós-moderna e tal. Só acho bem superficial o julgamento sobre a história da arte, principalmente em relação ao período moderno (mas não apenas - os "ismos" surgiram algum tempo antes).

"Separar as coisas, etiquetá-las e defini-las são hábitos de profissinais de almoxarifado, mas também do meio artístico – numa postura bem Opus Dei, se me permite o pitaco."

Fazer um julgamento como esse significa desprezar a forma como o processo histórico da arte evoluiu e, principalmente, como nos deu a liberdade, hoje, de denominarmo-nos pós-modernos. Estamos, basicamente, fazendo o mesmo que eles: puxando fronteiras, rompendo limites. Ou não? Damo-nos, inclusive, o privilégio de nem mesmo classificar o que fazemos, e chamar de arte qualquer coisa que se proponha como tal. Incrível, não?

Agora, artista que não quer dizer nada... duvideodó.

97 weeks ago @ Garapa | Coletivo Mult... - O coletivo coletivizado · 0 replies · +1 points

Explicando-me. Usei 'subjetivo' por se tratar de uma curadoria, em oposição a eventos nos quais há inscrições ou um processo seletivo. De resto, Leozinho explicou muito bem :)

97 weeks ago @ Garapa | Coletivo Mult... - O coletivo coletivizado · 0 replies · +1 points

Oi Aninha! Obrigado pelo comentário...

Olha, não sei mesmo te dar essa resposta. No primeiro encontro, nós entramos com a proposta de fazer a cobertura multimídia. Com isso, nosso trabalho acabou entrando na exposição que viajou pelos países participantes. Pro encontro de Madri, nós fomos convidados. Como o evento é recente, acho que esses critérios acabam sendo bem subjetivos, mas esperamos que ele cresça e possa envolver vários outros coletivos. Seria ótimo, não?

Mas pode deixar que a gente conta tudo o que rolar por lá.

Beijo!