PedroCG
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60 weeks ago @ Viver Lisboa - Câmara de Lisboa tem ... · 0 replies · +1 points
73 weeks ago @ Viver Lisboa - Seguimos para Bingo! · 3 replies · +3 points
Que votação popular é esta em que se vota numa ideia genérica? Chega-nos como cidadãos só parte da informação? Um milhão de euros é muito ou pouco para a ligação do Parque Oeste ao Metro da Ameixoeira? E se eu disser que fica uma porcaria por esse preço? Quem me contesta? E se eu disser que é um desperdício de dinheiros públicos porque se consegue fazer por metade? Com que base me desdizem?
E se, de facto, todos estes processos postos a votação estão sobre-orçamentados, podendo ter muitos mais ter sido eleitos?
E se, pelo contrário, eles estão sub-orçamentados e, em fase de projecto, se chega à conclusão que nem todos poderão seguir em frente? Defraudam-se expectativas e enterra-se mais um bocadinho a credibilidade da edilidade?
Continuo a dizer o que afirmei o ano passado: ainda que não pareça, este processo é tudo menos transparente. Mudam-se as vontades, mas parecem permanecer os paradigmas...
82 weeks ago @ Viver Lisboa - Tabuada · 2 replies · +2 points
Um optimista dirá que todos têm razão - na necessidade de fazer bonito e na necessidade de poupar.
Um pessimista dirá que são todos, sem excepção, um belo conjunto de incompetentes.
Eu sou, por opção, um pessimista. Ainda que gostasse de não ter razão.
84 weeks ago @ Viver Lisboa - O Voto não é um Cheq... · 0 replies · +1 points
84 weeks ago @ Viver Lisboa - O Voto não é um Cheq... · 0 replies · +1 points
85 weeks ago @ Viver Lisboa - Restaurantes de Lisboa... · 2 replies · +1 points
87 weeks ago @ Viver Lisboa - Um casamento de t-shirt · 0 replies · +1 points
Mas uma das coisas importantes que é sempre bom discutir - quanto mais não seja para ninguém se esquecer - é o tipo de sociedade que estamos interessados em ajudar a construir e o modo como nela podemos e devemos intervir. E sim, estou deveras interessado em viver numa sociedade que respeita as opções de vida de cada um, sem discriminação e em respeito pelos direitos dos seus concidadãos. Nesse contexto, aceito que discutir o alargamento do direito do casamento a casais monossexuais se inclui nessa discussão. Coisa que não tem acontecido, servindo o tema mais para ataques politicos, religiosos ou comportamentais - de parte a parte - do que para outra coisa qualquer.
Preferiria que o tempo gasto nestas esterilidades tivesse sido aplicado na discussão sobre o futuro de Lisboa - não nas tontices comerciais do tipo "uma cidade melhor", "uma cidade onde se viva bem", "uma cidade de rosto humano" que não levam igualmente a lado nenhum, antes na quantificação de alguns objectivos: o número de habitantes a atingir no ano 2020, a densidade populacional desejável, globalmente e por bairro, o sistema de gestão da cidade, o número de freguesias a atingir, quantas e quais fundir, os sistemas de transporte na cidade, o número de viaturas a nela circular, entre muitos outros. Por estas e outras quantificações se passaria a estratégias e destas a políticas e programas.
Do mesmo modo se poderia fazer isso para o país - para nos evitar este jogo burlesco do "estão a ver como a nossa economia hoje está a crescer ainda que ontem estivesse mal porque nas últimas três semanas o mundo deu uma cambalhota".
Mas haverá jornalistas, editores e directores com capacidade intelectual para tudo isto promover (sim, porque dos actores políticos já eu sei que a incapacidade é geral e total) e cidadãos em número suficiente para os secundar? Oh dúvida...
É, evidentemente, mais simples preocuparmo-nos em conjunto com o ombro do Nani, os bigodes da selecção ou as opções sexuais dos noivos de agora.
(Para não me acusarem de fugir ao tema do post, acrescento que não percebo a incoerência de quem tanto se bateu pela importância de um acto o desvalorizar quando lhe surge a oportunidade para o realizar. Afinal o que está em causa é o direito de assumir urbi et orbi um sentimento ou apenas a vontade de obter vantagens materiais de um acto administrativo? É que para este bastava o alargamento das uniões de facto.)
(Declaração de interesse: Serei, em breve, padrinho de um dos noivos num casamento homossexual. Com muita satisfação por assistir ao compromisso público de um grande amor)
87 weeks ago @ Viver Lisboa - A Alta de Lisboa está... · 0 replies · +1 points
90 weeks ago @ Viver Lisboa - Espaço público a pre... · 0 replies · +1 points
90 weeks ago @ Viver Lisboa - Cresce e aparece! Porq... · 0 replies · +2 points
Porque, mediaticamente, compensa "apostar" no "recrescimento" destes bairros.
Porque, ao terem menos população, os ratios serão maiores.
Porque, verdadeiramente, toda a classe política se está a borrifar para a classe média (que é maioritária nestas três freguesias).
Obrigado Ana, por ainda outro exemplo - bem fundamentado - de como os actores (e autores) deste regime o estão a enterrar, ao alargar o fosso entre as promessas e a realidade, entre os compromissos e a sua realização.
Ainda não percebi se o Costa, os seus vereadores e demais entourage política que o cerca foram mal-intencionados nos seus compromissos eleitorais ou se são muito, muito mas mesmo muito ignorantes da cidade que regem.
(Obviamente que este último parágrafo se estende também a toda a oposição, autora no passado, das mesmas não-acções, não-ideias, não-melhoramentos)
Experiment